Mãe Putona, Filha Putinha

Fiquei um bom tempo lapidando este texto para que refletisse minha experiência sem que parecesse demasiado fantasiosa. Tudo isso aconteceu há 15 anos, mas essas lembranças ainda estão muito frescas na minha memória. Já li histórias cheias de inconsistências que me fazem duvidar se de fato aconteceram mesmo, tipo nomes e idades que mudam do nada. Tem gente que nem terminou de ser alfabetizada e acha que já pode escrever textos eróticos. Procurei ficar atento a tudo, para não correr o risco de ser chamado de mentiroso ou de escrever com muitos erros. Não escrevo para agradar aos outros, mas a mim. Só que também gosto de saber que contei uma história de forma bem excitante. Este não é um texto erótico cheio de sutilezas e bom gosto literário: é pornografia pura mesmo. Um aviso para os fiscais e guardiões da moral: no texto eu conto meu envolvimento com uma mulher e sua filha ainda menor de idade. Essa mãe sentia um enorme tesão de ver a menina aprendendo sobre sexo desde bem jovem, primeiro assistindo e depois participando. Se isso te ofende, então não continue a ler. De nada vai adiantar me chamar disso, daquilo e/ou me ameaçar de morte.

Sou carioca, tenho 55 anos e desde moleque sempre tive um grande apetite por sexo. Comecei a me masturbar quando ganhei meu primeiro calendário de bolso com foto de mulher nua, devia ter uns 9 anos. Tive experiências com vizinhas, primas e também fiz troca-troca com alguns meninos. Já adulto, minha preferência é pelo sexo feminino. Viajei a trabalho por esse Brasil e saí com mulheres muito gostosas e safadas, mas uma em particular nunca me saiu da memória. Para preservar sua identidade, vou chamá-la de Salete. Esta moça morava com a filha no interior de um estado nordestino. Salete me confidenciou seus sonhos eróticos no primeiro encontro, o que me deixou bem empolgado. Nossas transas eram sempre na casa dela, que ficava bem afastada das outras. Ela tinha o costume de andar nua dentro de casa e deixar a filha só de calcinha. Muitas mães adotam o mesmo costume, então em princípio não haveria nada de mais nesta atitude – afinal, o Nordeste inteiro é muito quente. Porém as mães costumam vestir os filhos quando há visitas em casa, mas não a Salete. Eu nunca questionei o fato da Bruna (nome falso) circular seminua pela casa. Muito pelo contrário: sendo uma menina linda, eu gostava de olhar para ela. Era bem ativa, falante e curiosa, muito esperta.

Salete gostava de me ver interagindo com a filha, nós três nos dávamos muito bem. Ensinei truques com cartas, brincamos de bonecas, assistimos filmes juntos. Ela gostava muito de ficar sentada no meu colo, e Salete não se importava. Quando o desejo de sexo atingia Salete, nós íamos para o único quarto da casa. Apenas uma cortina de correr separava o quarto da sala. Salete sentia grande prazer em ser dominada e tratada como vadia, ser xingada de puta, safada, quenga. Nosso sexo era bem forte, selvagem às vezes e eu tentava falar baixo para não assustar a Bruninha, mas a própria mãe não se importava em preservar a inocência da filha. Eu costumava passar a noite na casa; quando isso acontecia, a menina dormia num colchonete ao lado da cama em vez de se deitar junto com a mãe. Numa destas vezes, Salete estava com um fogo maior do que o de costume e quis foder no meio da madrugada.

– Vem me comer, safado, minha boceta está queimando. Eu quero essa pica gostosa agora.
– Calma aí, mulher, e a tua filha? Ela tá aqui do lado.
– Liga pra ela não, se acordar é até melhor. Ela fica brechando a gente pela cortina, já vi várias vezes.
– Bruninha fica espiando a gente transar? E você não liga?
– Eu, não. Quando era pequena eu fazia a mesma coisa. Era bom, dava uma coceira no “priquito”.
– Se você não se importa, quem sou eu para discordar.

Logo que começamos, Bruna acordou e ficou sentada no colchonete nos observando. Tratei Salete como a vagabunda que ela gostava de ser e fizemos de tudo. Comi a safada encostada na parede, de quatro sobre a cama, sentada no meu colo, botei para mamar, chupei a xereca até fazê-la ela gozar escandalosamente. E a menina ali, atenta a tudo o que fazíamos. Em vários momentos eu olhava para ela e a via sorrindo, com a mãozinha enfiada dentro da calcinha. Ela parecia feliz por ter sido aceita na nossa transa, já que antes tinha que ficar na sala e só podia espiar. Desta vez, pôde acompanhar tudo de perto com a permissão de sua mãe. Depois desta noite, tudo mudou: na manhã seguinte eu estava de bermuda e cueca, sentado no sofá assistindo desenho animado com a Bruna no colo e ela começou a rebolar de leve, fazendo meu pau endurecer. Eu lhe perguntei por que estava fazendo aquilo, ela me respondeu que foi ideia da mãe dela. Pedi que Bruna saísse do meu colo e fui conferir com a Salete, que estava na cozinha preparando o almoço de domingo.

– Amor, a Bruna começou a rebolar no meu colo. Ela nunca havia feito isso e quando perguntei por que estava rebolando, ela me disse que foi você que mandou.
– Você não gostou? Achei que fosse gostar.
– Então foi ideia tua mesmo? Pensei que fosse mentira dela.
– Amor, eu tenho essa fantasia há anos. Sempre quis ter uma filha putinha como eu. Não é mais uma bebezinha, já fez 6 anos. Ela esfrega a pepeca quase tanto quanto eu, já sente comichão.
– E o que você quer que eu faça?
– Seja um macho para ela. Ela sente tesão, como eu e você. Você já tem a mãe puta, agora faça uma putinha. É só ir devagar, que ela vai adorar.

Meu pau ficou ainda mais duro; a atitude dela me deixou excitadíssimo e ao mesmo tempo pasmo. Não esperava encontrar uma mulher com mente tão pervertida (para outras pessoas, ela teria mente aberta). Voltei para a sala, chamei Bruninha de novo para o meu colo e disse-lhe que ela poderia rebolar, se quisesse. E na hora ela recomeçou, me causando arrepios de desejo. Embora fosse magra, tinha um bumbum bem gordinho. Perguntei se eu poderia fazer carinho na pepeca dela, Bruna concordou. Comecei a esfregar por cima da calcinha com cuidado, para não machucá-la. Para minha surpresa, Bruna pegou minha mão e a colocou por dentro da calcinha. Olhei para a cozinha e vi Salete parada na porta, sorrindo. Pensei comigo: “Se a mãe da garota não liga para essa sacanagem com a própria filha, eu é que vou me incomodar? Vou é aproveitar sem culpa.”

Depois de esfregar aquela xotinha infantil durante um tempo, tirei os dedos e cheirei o delicioso aroma dela. Provei meus dedos e fiz cara de quem estava saboreando algo gostoso à beça. Bruna adorou minha atuação, então eu a repeti várias e várias vezes. Depois coloquei-a de bruços sobre meu colo, enfiei a mão por dentro da calcinha e comecei a apalpar sua bundinha fofa. Passei o dedo pelo cuzinho e tentei penetrá-lo devagar, enquanto acariciava seus cabelos com a outra mão. O tempo todo eu lhe perguntava: “Está gostando, Bruninha? Quer que o tio continue?” E ela sempre me dava sinal para continuar, murmurando “Hum-hum” ou apenas acenando com a cabeça. Depois, coloquei Bruna sentada de novo no meu colo e ensinei a safadinha a beijar de língua. Ela era dócil e se entregava toda.

Salete sentou-se ao nosso lado e ficou prestando atenção enquanto eu ensinava sua filhinha a me beijar. Como vivia nua dentro de casa, ela estava constantemente se tocando e fez isso ao nosso lado, enquanto nos assistia. Ela interrompeu nosso beijo para dar umas dicas à filha e fazer uma mudança nas regras: dali em diante, sempre que eu as visitasse, Bruna também ficaria nua. Mandou a filha sair do meu colo e arriou a calcinha florida da própria filha. Levantou-se e jogou a calcinha no lixo, num ato simbólico que ela chamou de “nascimento de uma putinha”. Depois mandou que nós continuássemos de onde paramos e sugeriu que eu também deveria “seguir o naipe”. Entendendo a dica, tirei bermuda e cueca, ficando nu como elas. Não haveria mais necessidade de pudor, senti-me livre para fazer o que quisesse com a menina. Optei por dar a Bruninha uma falsa sensação de controle sobre a situação. Eu sempre perguntava se ela me deixava fazer algo e conferia se estava gostando. Eu fazia sugestões que ela sempre topava, mas acreditava estar no comando e de vez em quando ela própria dizia o que e como deveríamos fazer. Chupei a xerequinha, lambi o cuzinho depois enfiei um dedo o mais fundo que pude, coloquei a menina de quatro no sofá e esfreguei meu pau no bumbum fofinho. Tudo acompanhado de perto por Salete, que colocava para fora os seus desejos:

– Amor, bota ela pra te chupar, ensina a mamar no teu pau. Quero ver a Bruna bem putinha.
– Ouviu, Bruninha? A tua mãe quer te ver aprendendo a me chupar. Fique de joelhos e abra a boquinha.

Bruna fez como eu mandei. Sentado na beira do sofá, puxei sua cabeça e a direcionei ao meu pau. Mandei que segurasse na base e começasse a lamber primeiro a ponta, depois toda a extensão. Ela fazia tudo o que eu mandava, era muito boazinha e obediente. Parecia sentir prazer em obedecer e me agradar. Mandei que fechasse os lábios e chupasse a ponta, tendo cuidado para não roçar os dentes e ela fez direitinho. Estava ficando muito gostoso, eu me segurava para não gozar. Salete percebeu que eu estava quase lá.

– Goza na boca dela, safado. Vou buscar minha câmera, quero tirar uma foto da boca cheia de porra.
– Então anda logo, que vai ser daqui a pouco.

Salete voltou com uma Polaroid na mão e registrou tudo. Esporrei meu leite quente na boca da menina, que chegou a engasgar. Salete pediu para a menina abrir bem a boca e mostrar quanto esperma havia dentro. A mãe ria e se divertia com as safadezas que eu fazia com sua filha. Ela mesma ensinava a Bruninha como lamber, chupar e masturbar meu cacete. Testemunhei a confirmação do ditado “Tal mãe, tal filha”. Meu pau continuava duro e como a menina queria mais, coloquei-a sentada sobre meu colo para sentir a carne dura pressionando seu cuzinho. Salete ficou doida, dizendo que eu deveria aproveitar e meter logo na bunda. Eu estava um pouco inseguro se deveria prosseguir ou não, mas diante da pressão da mãe, perguntei a Bruna o que ela achava.

– Bruna, você quer sentir meu pinto dentro de você?
– Quero, tio. Igual você faz com a minha mãe.
– Mas eu coloco meu pinto dentro do bumbum e da pepeca dela.
– Eu sei, eu quero primeiro na pepeca.
– Pode doer, sabia? Na mamãe não dói porque ela já é grande, está acostumada.
– Amor, faz devagar que aí não dói tanto. Você quer experimentar o pau do tio, não quer Bruna?
– Eu quero. Faz comigo, tio?

Ela estava determinada a ser comida, então deixei de lado minhas preocupações e entreguei-me de vez ao prazer. Levei a putinha no colo para a cama da mãe, lambuzei a xaninha e meu caralho com lubrificante e comecei a forçar entrada. O rostinho dela se contorcia, ela mordia os lábios, mas não me pediu que parasse. Salete ficou ao lado segurando a mão da filha e torcendo por ela. Quando a cabeça enfim entrou, senti como se meu caralho estivesse sendo estrangulado. Que xerequinha apertada! Parei um pouco para deixá-la respirar e comecei a fodê-la.

– Tô te fodendo, Bruninha.. Você não queria ser uma putinha safada como a mamãe? Agora você é.
– Ai, tio… Dói muito… Vai mais devagar…
– Tá bom, vou parar um pouco.
– Continua metendo nela, amor. Come a xereca dela, pode foder à vontade. Ela vai começar a gostar já, já.
– Você é a mãe dela, você é quem manda.
– Não, quem manda é você. Aqui somos as tuas putas e você é nosso macho. A tua vontade é que prevalece.

Sendo assim, comecei a fodê-la com mais rapidez, sem me importar com os gemidos da Bruna. A transformação da dor em prazer foi gradual, mas acabou acontecendo tal como Salete previra. Eu me entreguei completamente à putaria e me esqueci de que estava lidando com uma menininha. Xinguei mãe e filha de putas, disse que eram minhas para eu comer quando quisesse, que os corpos delas me pertenciam e que eram nada mais do que buracos para eu meter meu caralho e gozar dentro. Salete havia largado a mão da filha e tinha um orgasmo atrás do outro, masturbando-se como nunca. Quando eu sentia que estava perto de gozar, diminuía as estocadas, me aproximava do rosto da Bruna e lhe dava longos e demorados beijos de língua. Acariciava e lambia seus mamilos, o que fazia com que ela tremesse de tesão. Logo depois eu continuava a meter como se fosse numa vadia experiente. Bruna escorregava na cama, subindo e descendo a cada vez que eu empurrava e tirava meu caralho de dentro dela.

– Amor, come o cuzinho dela. Faz tudo de uma vez, goza dentro da bundinha.
– Ouviu a mamãe, né? Sua putinha gostosa, você vai ser minha cachorrinha agora.
– Eu vou ter que latir também?
– Claro que pode, vai ser muito mais divertido. Amanhã vou comprar uma coleirinha para você usar quando a gente foder.

Saí de cima da Bruna e posicionei-a de quatro. Salete mandou que ela relaxasse o cu e enfiou um dedo untado com lubrificante. Apontei a pica para o bumbum da menina e fui empurrando com força. A cabeça entrou fácil, depois mais um pouco até que a bunda dela agasalhou quase a metade do meu cacete. Bruna repetia baixinho “Ai minha bunda… Aaaiii…” Salete não se importava, muito menos eu. Fodi aquele cuzinho apertado com muito tesão, segurando a coisinha pelos quadris. Os gemidos de dor deram lugar a gemidos de prazer. Salete mandou a filha me agradecer por ensiná-la a foder, pedir que eu metesse mais, enfim educou a filha na arte de instigar um tarado:

– Filha, chama ele de “meu macho”. Pede pra ele te foder com força, pra te ensinar a ser uma cachorrinha obediente. Diz que você quer ser putinha e deixar a mamãe orgulhosa.
– Tio, você agora é o meu macho. Me fode igual você faz com a minha mãe.
– Pode deixar, eu vou meter meu caralho em vocês duas do mesmo jeito. Já vi que você gosta mesmo.
– Obrigada, meu macho. Eu vou ser uma cachorrinha muito obediente. Quero a coleira que você me prometeu. A minha mãe vai ter orgulho da putinha dela.
– Porra, vocês duas são maravilhosas. Acho que vou me mudar para cá de vez.

Meti muito no cuzinho da menina até que não aguentei mais e esporrei jatos e mais jatos de gozo no rabo da Bruninha. Tirei o pau amolecido de dentro e começou a escorrer minha gosma. Salete não desperdiçou nem uma gota, ficou lambendo o cuzinho dilatado da filha até que ele parou de expulsar meu leite. Ficamos a tarde toda naquela sacanagem até meu pau pedir arrego. No dia seguinte, fui a uma loja de rações para animais e comprei 2 coleiras, uma para cada cadela. Depois fui numa papelaria e pedi que fossem embrulhadas para presente, com direito a lacinhos de fita. Retornei à casa da Salete e entreguei os presentes às putas, que adoraram, me cobriram de beijos e experimentaram na hora. Naquela mesma noite eu comi as cadelas, botei as duas para se beijarem e chuparem.

Conversei com um amigo que eu sabia que gostava de meninas novinhas e perguntei a Salete o que ela achava de termos companhia. Ela quis conhecê-lo primeiro, avaliar meu amigo para ver se ia com a cara dele. Meu amigo passou no teste e nós o apresentamos a Bruna, na época com 7 anos. Fizeram amizade rapidamente; eu lhe disse que ele veio para brincar de sacanagem conosco. Assim, cada putinha teria um macho só para si. Bruna correu para o quarto e voltou nua, toda sorridente andando de quatro e usando sua coleirinha. Meu amigo tirou a roupa num piscar de olhos e começou a acariciar a menina, que se oferecia toda aos carinhos dele. O que ele pedia, ela fazia com prazer e um sorriso. Eu fui tratar de apagar o fogo da Salete, que estava subindo pelas paredes ao ver sua filhinha se entregando a um estranho que mal acabara de conhecer. Ela viu o quão puta sua filha era: não foram precisos mais do que 5 minutos de conversa para que Bruna decidisse foder com meu amigo.

Eu e Salete fomos trepar no quarto; Bruna e meu amigo ficaram na sala. Depois de alguns minutos, Salete disse que queria ver sua filha em ação e pediu que fôssemos para a sala também. Lá vimos Bruna levando pau na bunda com a maior tranquilidade, pondo a língua de fora igual uma cadelinha de verdade. Ao nos ver, latiu dengosa. Salete chegou perto do meu amigo e lhe deu um beijo na boca.

– Tá gostando de foder minha cachorrinha, seu tarado? Mete com força, não precisa ter dó dela. Eu gosto de ver a Bruninha sendo comida por um macho de verdade.
– Salete, que menina tarada! Se ela já é assim nesta idade, imagina quando crescer mais um pouco. Ela é gostosa demais!
– Tio, senta aqui na minha frente pra eu te chupar.
– Vai lá, amor. Põe a cachorrinha pra mamar no teu caralho gostoso.

Fiz como me pediram: sentei-me na frente da garota e deixei que ela saboreasse meu pau enquanto outro lhe arregaçava o cu. Ela nem ligava para meu amigo, devia estar com o cuzinho já anestesiado de tanta foda. Bruninha só se dedicava a me chupar enquanto meu amigo metia com vontade, agoniado para gozar.

– Tio, troca com ele agora. Você fode a minha bunda e eu chupo o peru dele.
– Isso, assim que a mamãe gosta de ver! Te amo, minha putinha.
– Também te amo, mamãe. Foder é muito bom!

Fui para trás da Bruna, empurrei meu pau em seu cuzinho muito aberto, deslizou com facilidade. Fodi aquela bundinha deliciosa enquanto meu amigo foi ser chupado pela taradinha.

– Quem vai gozar primeiro? Qual dos machos vai dar leite quente pra minha menina?
– Eu estou quase lá. É muito difícil meter na Bruna e segurar o gozo por muito tempo.
– Eu tô gozando é agora… Aaaahhh… Come minha porra, desgraçada… Uuuhhh… Engole tudo, criança…
– Quero ver minha neném dando pros dois ao mesmo tempo, será que ela consegue?

Que boa pergunta. Depois de mais um orgasmo, precisamos de um tempo para nos recompor e pensamos em como faríamos isso, qual a melhor posição etc. Chegamos à conclusão de que a melhor opção seria um de nós ficar sentado no sofá com a Bruna sentada no colo, com pau na bunda e o outro viria por cima para tentar encaixar na xotinha. Salete disse a Bruna que se ela conseguisse, iria deixá-la muito orgulhosa e que a amaria mais. Bruninha, sempre querendo agradar, concordou em tentar. Afinal, “quem está na chuva…” Salete sugeriu que eu e meu amigo decidíssemos no par ou ímpar quem ficaria com o cuzinho da Bruna. A sorte sorriu para o lado do meu amigo, que sentou-se no sofá com a pica apontando para o teto. Peguei Bruna pela cintura e falei para ela ser a mais puta de todas, mais até do que a própria mãe dela. Ela foi escorregando para baixo, seu cuzinho foi engolindo centímetro por centímetro a tora do meu amigo. Ele ficou fazendo “upa, upa, cavalinho”, o que provocou risadas na garota. Eu vim por cima, apontei minha pica para a xotinha dela e fui pincelando. Forcei para ver até onde entraria e Bruna soltou um grito. Alucinada, Salete se masturbava e dizia para nós dois fodermos a filha dela com força, porque ela merecia muita pica de macho. Bruna ficou espremida entre nós e me abraçou, ofegante.

Meu amigo sugeriu fazermos em pé, pois ele estava tendo que suportar o meu peso em cima dele. Saí de cima da Bruna, ele se levantou sem tirar a vara de dentro e abraçou a garota. Eu me abaixei um pouco para poder reencaixar a piroca e fizemos um sanduíche com a Bruna. Nós a sacudíamos levemente para cima e para baixo, sem que os caralhos saíssem de dentro dela. Salete trouxe a Polaroid e tirou pelo menos uma dúzia de fotos em vários ângulos. Eu beijei muito minha putinha, disse que eu e mãe dela estávamos muito felizes por ela gostar tanto de sexo. Ela sorria feliz, tudo o que ela mais queria era nos agradar e tinha enorme prazer fazendo isso.

Os anos se passaram e infelizmente esse meu amigo veio a falecer num acidente de moto. Precisei chamar outros para o lugar dele. Nossas putarias continuaram até o ano passado, quando Bruna fez 21 anos e veio a se casar com um americano, que a levou para morar nos Estados Unidos. Prometeu visitar a mãe pelo menos 2 vezes por ano para matar as saudades, e nós a estaremos esperando.

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