A segunda vez de um corno – a dupla penetração

Como já contei no primeiro conto, a primeira vez misturou uma certa vergonha e angústia. Mas depois ela ficou mais solta na cama e nos ligamos ainda mais. Então, resolvemos repetir a experiência. Desta vez, com dois. Para quem não leu o outro conto, ela é alta, loira, gordinha, bunda deliciosa. Encontramos dois caras dispostos a fazer o que ela queria: dupla penetração. Ela estava muito ansioso e os dois caras chegaram. Um era branco, 1,90, 18 cm de rola grossa. O outro tinha 1,75, moreno, peludo e com uma rola de 16 cm, mas bem grossa. Chegaram, um pouco de conversa e em pé começaram a beijá-la. Ela estava de camisa e calça. O mais alto a puxou e começou a beijar sua boca e passar a mão por todo seu corpo: seios, barriga, buceta. O outro estava por trás, roçava em sua bunda e beijava seu pescoço. Soltaram-na e ela deu uma volta, com muita vergonha, tirou a camisa, ficando com os seios a mostra. Uma lágrima escorreu de seu olho, fui até ela, peguei sua mão e falei: – Te amo, fica calma. Será uma delícia pra você e pra mim. Ela respondeu: – Ai que vergonha. Claro, era sua primeira vez seminua diante de dois machos desconhecidos. Me afastei, os dois, um pouco sem jeito, começaram a buliná-la devagar. Tentando acalmá-la, passam a mão em seu corpo, até que o moreno começou a mamar em seus seios. Ela começou a sentir prazer e se soltou, seus bicos estavam duros. Foi quando falei: – Amor, tira a calça.

Ela tirou. Sua calcinha preta estava molhada. Em pé, só de calcinha, sua vergonha ainda estava presente. Os dois tiraram a roupa, os paus já estavam duríssimos. Pedi para que ela brincasse com eles, ela começou a masturbá-los. Ela sentiu que era o momento e fomos para o quarto. No quarto, ela deitou na cama e sua timidez ainda fazia com que ela ficasse com as pernas mais fechadas, protegendo sua bucetinha. O moreno colocou seu pau para mamar, ela começou a mamar devagar. O outro foi até sua bucetinha, forçou uma abertura de pernas e caiu de boca em sua bucetinha. Ela começou a se soltar e se contorcer. Pela primeira vez, experimentava dois homens ao mesmo tempo: mamando em um, sendo chupada por outro. E que mamada! Ela chupava a cabecinha, as bolas, passava a rola no rosto e conforme o outro chupava e mais perto do orgasmo ficava, mais rápido engolia a tora. Não deu outra, ela gozou na boca do cara, encheu sua cara de liquido e acelerou o boquete. O cara gozou dentro de sua boca, parte ela engoliu e um pouco soltou, escorrendo pelo queixo.

Finalmente, chegava a hora de dar a bucetinha. O branco abriu suas pernas, fui até lá, segurei sua mão e falei: – Fode gostoso, amor. Ela me olhou com vergonha, fechou os olhos e fez uma expressão de dor muito grande, pois a rola do cara era muito grande. O outro queria uma mamada também e ela, com as pernas abertas e levando bombadas fortes, começou a mamar no outro cacete. sua cara de dor e prazer era linda de se ver. O cara metia muito bem, sua bucetinha encharada estava arrombada e ela chupava o pau com muita vontade. Quando o cara estava quase gozando, pedi:

– Os dois, dentro dela.

Entederam o recado. O moreno deitou, ela encaixou sua bucetinha, cavalgando, enquanto tomava tapas na bunda. Sua bundinha estava arrombada, o outro veio, com carinho, passou cuspe em seu cu e colocou. Ela soltou vários “ai”, sentiu muita dor, e o cara que colocou no cu passou a bombar. As bombadas no cu estavam cada vez mais fortes, seus gemidos misturavam dor e prazer. Fui até ela, segurei sua mão e olhava para a sua cara, é muito gostoso de ver o prazer misturado à vergonha. Falei mais de uma vez, – Te amo. Ela não conseguia responder, apenas me olhava revirando os olhos, cheia de prazer. Ela gozou mais de uma vez, as pirocas até saiam do lugar e era preciso colocá-las. Antes que gozassem, os comedores trocaram de lugar. Durante a troca, ambos bulinaram teu corpo: Chuparam teus seios, passaram a mão em sua bunda, em sua bucetinha, esfregaram o pau em teu corpo. Trocaram de posição, agora ela cavalgava em outro pau. Seu cu já estava esfolado, ela chegou a derramar lágrimas de dor. Fui até ela, peguei em sua mão e falei novamente: – Te amo. O que bombava no cu tirou, foi até seu rosto e começou a se mastubar, enquanto o da buceta passou a bombar forte, batendo em sua bunda, já vermelha de tanto tapa. Eu estava morrendo de tesão, gozei, enquanto ela tomava porra toda a cara. O cara gozou e deu o pau pra ela chupar, até ficar mole. Seu rosto estava todo sujo de porra, uma coisa linda. O da buceta aumentava o ritmo, até tirar o pau, a camisinha e começou a se masturbar em direção a seus seios. O cara jorrou muita porra em seus seios e queixo.

Fomos os três para o chuveiro. Fiquei no canto, observando enquanto os dois bulinavam seu corpo. Um encoxava sua bunda, enquanto o outro a esfregava. Passava a mão nos seios, na bucetinha, enquanto o outro ficou de pau duro, abriu bem sua bundinha e colocou no seu cu. Sem camisinha, era a primeira vez que ela sentia outro caralho sem camisinha. Passou medo na minha cabeça, provavelmente na dela também. Mas estava feito. O cara passou a bombar enquanto eu e o outro observavamos, até que ele tirou, a fez ajoelhar e novamente gozou em seu rosto. O outro também quis, ela implorou, disse que não queria, que estava doendo. Não me sensibilizei, a agarrei e falei para o cara: “estupra esse cu”. Ela entrou na brincadeira (depois me falou que era brincadeira,mas na hora achei que não fosse, o que foi muito excitante). Ela chorava “não, para, tá doendo”, enquanto eu segurava seus braços, para que ficasse inclinada de costas, enquanto o cara metia com cada vez mais força. Quanto mais ela chorava, mais o cara ficava louco e socava com muita força. Ela soltou um grito de gozo, relaxou o corpo e fez o cara comer com mais força ainda. Foi então que ele tirou, a virou para sua direção e a fez abaixar, para chupar seu pau. Ela chupou até o cara gozar e então ele espalhou sua porra por seu rosto e ainda bateu na sua cara. Acabmos o banho e nos despedimos.

Isso abriu espaço para o que acontecerá no próximo conto: a nossa orgia.

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