Escravo Adolescente 4

Oi, meu nome é Gabriel e esta é a continuação do meu conto Escravo Adolescente. Aconselho quem não leu os contos anteriores a ler pra entender este. Este é o conto em que relato como fui escravizado e feminilizado por um homem de 55 anos. Tenho 18 anos, 170cm, branco, magro, 14cm, cabelo castanho escuro e liso.
Continuando, ele tava mijando na minha boca, quando terminou, eu sequei e ele ficou deitado assistindo. Fui lavar a louça e bebi água escondido dele pra tirar o gosto de mijo da boca.

Voltei ao quarto, me sentei na cadeira do PC e fiquei assistindo com ele. Enquanto ele estava deitado assistindo eu fiquei imaginando o que aconteceria naquela noite. Não havia nada de novo pra ele fazer comigo, até seu mijo eu tinha tomado, o que se passava na cabeça dele?

Quando acabou o programa ele levantou e me chamou:

– Ei, pega o iogurte que está na geladeira e vem pra cá.

Quando voltei ele tinha uma seringa grande na mão, e eu fiquei pensando “Ele vai me dar uma injeção? Será que é uma droga?”, mas ele só pegou o iogurte da minha mão e disse:

– Agora tira a roupa e deita de bunda pra cima.
– Por favor senhor, nã…
– PORRA MENINA, deixa de choro e faz o que eu digo!
– Sim senhor…
– Agora presta atenção, eu vou colocar esse iogurte na sua bunda com a seringa, não vai doer muito, mas você não pode pôr pra fora entendeu?
– Sim senhor

O alívio era grande. Iogurte? Foda-se, eu achava que ele ia me injetar drogas ou alguma doença! Eu era adolescente, era o que meus pais me diziam!

Ele enfiou a seringa no meu cu e colocou todo o iogurte lá dentro, e como ele disse, eu segurei tudo. Achei desconfortável, gelado e o instindo era de expelir tudo. Depois ele voltou com um consolo e me disse que era pra prender melhor. Enfiou o consolo na minha bunda e disse:

– Pronto, estou cansado, agora vamos dormir.

Caralho, dormir com a bunda cheia de iogurte e com um consolo ainda!

Eu estava afastado dele na cama, entãoele disse:

– Vem aqui, fica de conchinha.

E ficou me encoxando, respirando no meu pescoço e falando bobagem no meu ouvido.
Não demorei muito, realmente estava cansado e dormi.

Acordei sem ar e com o nariz doendo. Ele estava apertando meu nariz e empurrando o pau até o final. Quando viu que eu acordei ele riu e disse:

– Bom dia cadelinha.
– Bom dia senhor.
– Vem aqui, beija meus pés e diz “bom dia” de novo.

Beijei e disse:

– Bom dia senhor Luiz.
– Ótimo, agora vem aqui chupar meu pau que acordou animado. Isso, agora puxar bastante ar.

Já imaginando o que era eu puxei. Ele enfiou o pau na minha garganta e segurou lá. Não sei quanto tempo passou, provavelmente apenas alguns segundos, mas vi a minha morte alí.

– Hahahahaha muito bem! Foram 10 segundos, eu sei que você pode aguentar mais se a gente treinar. Agora termina o serviço.

Eu o chupei até ele gozar na minha boca. Ele foi ao banheiro e de lá eu escutei:

– Ei, vem cá!

Quando me levantei pra andar senti o consolo seco na minha bunda, tava doendo bastante. Cheguei lá e vi uma bacia dentro do box.

– Se agacha aí, tira o consolo e solta o iogurte na bacia.

Foi bem constrangedor fazer aquilo, e fez bastante barulho. Depois de terminar ele me mandou lavar a bunda e levou a bacia pra cozinha. Mal terminei e ele me chamou na cozinha, estava de pau duro e sem roupas.

– Vamos, chupa aqui.

Depois de chupar bastante, quando ele estava perto de gozar ele tirou da minha boca e gozou dentro do copo que estava na mesa. O que estava dentro do copo parecia ser o iogurte que passou a noite na minha bunda.

– Hahahaha, isso vai ser muito bom. Tá vendo isso aqui? É iogurte de cu com porra! Hahahahaha, e você vai tomar tudo! Toma!

Peguei o copo e olhei, era repugnante. Olhei pra ele e olhei pra pia, e na pia tinha uma peneira que estava suja de algo marrom, eu já sabia o que era.

– Eu não posso tomar isso! Está com cocô!
– Não está não, eu tirei tudo, se reclamar eu coloco de volta!

Cara, conseguir beber aquilo sem vomitar foi impossível, tomei tudo muito rápido e corri pro banheiro pra vomitar. Ouvi a risada dele enquanto vomitava, e ficava tentando entender porque ele fazia isso comigo.

– Quando terminar aí prepara o meu café!

Preparei 3 sanduíches, quando levei pra ele, ele pegou um dos sanduíches e rasgou todo, deixou em vários pedaços pequenos, jogou no chão e me mandou comer. Terminamos de comer e fui lavar a louça. Ainda lavando a louça ele chegou por trás de mim, se agachou e tentou enfiar uma banana no meu cu, mas a banana amassou toda e ele não conseguiu. Jogou fora, pegou outra e foi pro quarto. Quando eu cheguei lá ele disse:

– Deita aqui e levanta as pernas, vou tentar enfiar uma banana no teu cu de novo. Relaxa aí pra ela não amassar.

Não entrava, então ele me deu pra chupar e foi buscar um lubrificante, depois passou na banana e devagar conseguiu enfiar um pouco.

– Relaxa esse cu que ela tá entrando.

Depois que ele empurrou quase tudo ele tirou e disse:

– Pronto, agora come.

Ele pegou o celular (que estava gravando tudo) pra filmar eu comendo de perto. Foi muito humilhante, e o gosto do lubrificante era bem ruim. Comi tudo e ele ficou feliz com isso.

Ele ficou usando o PC enquanto eu arrumava a casa vestido de mulher. Eu estava varrendo a sala quando ouvi a campanhia tocar. Ouvi ele saindo do quarto e vindo atender a porta. Quando ele abriu eu vi um menino. Seu nome era Vinicius, 155cm, 45kg, branco, olhos castanhos esverdeados. O Luiz o conheceu pela internet, e acho que falou de mim pra ele. Ele cumprimentou o Luiz, acenou pra mim e foi pro quarto com o Luiz. Quando eu terminei de arrumar a casa fui ao quarto e encontrei o Luiz no PC e o Vinicius sentado na cama dele.

– Já terminou tudo?
– Já sim senhor Luiz.
– Ótimo, agora vai comprar o almoço.

O garoto riu ao me ver vestido de mulher e obedecendo daquele jeito.
Voltei com o almoço, o Luiz não mexeu na minha comida, mas tive de comer no chão como cachorro. Depois de comer e eu lavar a louça o Luiz disse:

– Agora dê boas vindas ao Vinicius. Beije os pés dele como faz com os meus.

Me abaixei, olhei pra ele e o vi se segurando para não sorrir. Beijei os seus pés e quando eu ia me levantando o Luiz diz:

– Não levanta, faz o que o Vinicius mandar. Vinicius, não precisa pegar leve, eu treinei ela direitinho.
– Tá certo, valeu Luiz! Hehehe! Seu nome é Gabriel, certo?
– Não precisa chamar pelo nome, chama do que quiser Vinicius.
– Mas eu prefiro chamar por um nome Luiz, acho mais legal.
– Então vamos dar um nome a essa cadelinha, como você quer chamá-la?
– Pode ser Letícia? É o nome de uma garota da minha escola.
– Perfeito! Ouviu cadelinha? Seu nome agora é Letícia!
– Sim senhor Luiz.

Ser chamado por nome de mulher… O meu nome (que era pouco usado por lá) era o que eu tinha de homem naquele lugar, agora nem isso…

– Letícia – disse o Vinícius
– Tira minha roupa.

Ele ficou em pé, eu tirei sua camisa, bermuda e por fim a cueca. O pau dele era pequeno, devia ter uns 12cm. Eu não gostava de pau, mas o dele ela bem bonitinho, cabeça rosa, base clara, quase sem pelos.

Ele passou o pau no meu rosto, esfregou em meus lábios e disse:

– Chupa Letícia, chupa tudo!

Ele era diferente do Luiz, eu achei que por ser um menino seria mais legal, mas enquanto eu chupava ele me deu muitos tapas no rosto e puxou o meu cabelo o tempo inteiro. Quando estava perto de gozar ele disse:

– Para, para, vou gozar na tua cara.

Foi quando o Luiz estava chegando e começou a rir.

– Goza na cara dessa putinha mesmo, é disso que ela gosta! Letícia, aproveita e pega tudo com o dedo e põe na boca!

A gozada no rosto foi mais tranquila do que na boca, e não tive problemar de recolher e engolir tudo depois.

– Vinicius, gosta de uma lambida no cu?
– Eca, nunca fiz isso não!
– Hahaha, mas a Letícia pode fazer se você quiser, é gostoso!
– Então tá bom…

Ele deitou na cama, levantou as pernas e o Luiz ficou me olhando. Eu já sabia o que ele queria, engatinhei até a direção do menino e fiquei com a cara na bunda dele.

Quando tirei a lingua pra fora e toquei no cu dele ele tremeu, depois foi relaxando enquanto eu enfiava a lingua no cu dele, Chupei o cu dele por alguns minutos quando ele disse:

– Vem aqui que eu quero comer o seu cu! Monta em mim!

Ele ficava me olhando e sorrindo enquanto eu cavalgava nele.

– Quica no meu pau Letícia! Isso, mais rápido!

Então ele gozou no meu cu, eu sai do quarto e fui tomar um banho. Esse foi o meu primeiro dia com o Vinicius, que mais tarde se tornaria meu mestre…

Oi! Eu sou do Recife, se alguém curtiu a minha história ou tá passando por algo parecido, me adiciona e manda uma mensagem! yusukeactriz@gmail.com