Gildo, novo garoto na escola

Oi, sou César…. autor dos contos reais (Brincando de mocinho e bandido e, Adãozinho.
Em continuação, Adãozinho, o segundo menino a comer minha bundinha foi embora da cidade, ficou a saudade do pau dele e, o mais importante, a sua lealdade, pois, não comentou com os outros meninos que eu tinha sido o putinho dele.
Passaram-se alguns dias, sentia saudades do Adãozinho, principalmente quando alguns meninos passavam a mão na minha bunda, cada vez mais apetitosa e, eu não abria meu desejo com ninguém, pois, dos que me assediavam eu tinha certeza que ninguém era de confiança e, ao primeiro que eu cedesse, este, espalharia para os outros.
Nesse período, tocava muitas punhetas, pensando em alguns paus de colegas que raramente eu podia ver no mictório da escola, ou nas aulas de educação física e, um dia, me chamou a atenção um menino com seus 10/11 anos que estava na fila do refeitório na minha frente, gordinho, camiseta da escola justa sobre o calção do uniforme e, ao descer os olhos sobre este, também colado na bundinha, meu pau deu um salto, pois, de tão justo o calção entrava entre as polpas de sua bunda marcando bem a sua bela forma.
A fila passou a andar e aproximei-me bem de sua bunda, fazendo com que ao parar eu batesse propositadamente sobre ela, encostando meu pau junto com as pontas dos dedos de uma das mãos. De imediato ele voltou-se, pedi descul-pas e ganhei um sorriso lindo e um comentário que me deu aquele friozinho na barriga: não dá nada! Senti que, havia encontrado outro amigo de verdade, com a diferença que, atraído pela sua bundinha tão apetitosa quanto a minha, eu senti o desejo de comer aquela bundinha, diferentemente dos episódios anteriores em que eu fui comido pelos dois meninos.
Após o lanche, rumou a um canto do pátio, sentou à sombra de uma árvore, havia mais alguns minutos de recreio, aproximei-me, afastou-se um pouco sinalizando que eu sentasse ao seu lado, me deu a mão e sem apertar muito falou com uma voz rouca: oi, sou o Gildo. Enquanto eu apertava sua mão, vi seus olhos brilhando, o cabelo liso, quase loiro, os lábios grossos bem rosados, com a outra mão fui obrigado a ajeitar meu pau que já estava duro e babado, o que serviu para ele desviar o olhar para meu ventre, segurei firme sua mão e ao sentir que ele também firmou, tive a certeza que o encontro tinha sido providencial. O sinal pós-recreio tocou e rapidamente, combinamos de nos encontrarmos no final do turno.
Saímos juntos, caminhando lado a lado, falou que era novo na escola, estava em um ano anterior e repetindo, morava perto e convidou-me para ir até sua casa quando quisesse. Fui nessa mesma tarde, tomamos um lanche e levou-me para o pátio, haviam diversas árvores frutíferas e um galpão com ferramentas e alguns móveis amontoados, no canto um colchão estendido e convidativo… nessa altura, meu pau estava duro novamente, postei-me atrás dele, passei a mão sobre sua bundinha bem redonda, não tão dure,a, mas apetitosa, ele permaneceu parado, virou o rosto sorrindo, empurrou a bunda contra meu ventre mexendo-a, a calção justo separando as polpas, com as duas mãos sobre suas costas fui forçando para que se ajoelhasse sobre o colchão, baixei meu calção, meu pau saltou, a cabeça babada, Gildo olhou e de imediato pousou seus lábios grossos sobre ela, sugando a baba, chupando e fazendo um vai e vem até minhas bolas, pedi para que deitasse de bruços, ajoelhei-me sobre suas coxas grossas, puxei seu calção até os joelhos, com suas mãos separou as polpas da bunda e surgiu um cuzinho lindo, não tão pequeno como eu imaginara, cuspi bem no meio, encostei a cabeça do meu pau e empurrei devagar imaginando que haveria resistência… para minha surpresa, deslizou rápido e suavemente para dentro do seu cu, deixei cair meu corpo sobre o dele, soltou um gemido fraco e ouvi: que pau gostoso!
Como havia pensado, eu não era o primeiro a comer aquele cuzinho que já tinha sido arregaçado por um pau bem maior que o meu, mas que mesmo assim era uma delícia, comecei a meter e tirar, vagarosamente, porém, Gildo mexia a bunda cada vez mais rápido e repetindo: mete, gostoso, mete, mete….. não demorou muito, senti aquela coceira na ponta do pau, meti mais rápido e fundo que pude até sentir os primeiros espasmos e meu leite inundar o cuzinho do Gildo, o primeiro que eu comia, mas que já tinha sido aberto por outro. Cansado, deixei cair meu corpo todo sobre o seu, minhas mãos segurando firme as suas, cabeças lado a lado, suados, Gildo ainda mexia vagarosamente sua bundinha, o cu apertando meu pau que teimava em deslizar para fora.
Perguntei bem baixinho: – Quem foi o primeiro? Respondeu: – Meu primo, Nivaldo… (eu) que idade? (Gildo) – acho que quinze anos. Fiquei a imaginar que belo pau tem esse Nivaldo. Onde o encontro? Mas essa, será outra história!