Casada de Curitiba queria trair, ajudei!

Sou experiente em iniciar casais, tenho 34 anos, mas aparento menos, geralmente recebo e-mail de homens pedindo ajuda para iniciar a esposa, seduzi-las, ou ajuda-los a convencer a esposa a colocar chifre neles.
Porém, recebi um e-mail desta vez de uma esposa. Priscila, tem 33 anos, casada a 12 anos, tem 2 filhos, morena, olhos verdes e uma bunda e peitos avantajados.
Priscila me disse que a algum tempo seu marido tem a fantasia de ser corno, ela relutou bastante até me procurar, dizia a seu marido que era loucura, que não deveria colocar outra pessoa em seu casamento, pois era feliz com ele, mas ela me disse que toda transa deles ele pedia para ela contar como ela dava antes de ter ele, e sempre pedia para ser corno, que esta era fantasia deles.
Priscila me falou que procurou em site, redes sociais, mas sempre achava homens mal educados, com linguajar escroto, alguns até trataram mal ela. Foi quando ela leu um conto que escrevi e tentou a sorte me escrevendo.
Conversamos alguns dias, trocamos informação, e como sempre dei ouvidos no interesse dela, como queria que fosse, onde, descrição, sigilo, coisas fundamental neste meio, pois, é preciso preservar as pessoas.
Fui gerando afinidade com Priscila, até que um dia ela me disse que na noite anterior ao transar com seu marido falou sobre mim, e ele colocou ela em dúvida de que ela realmente faria corno, que achava que ela não era capaz, com isso Priscila estava mais que decidida a colocar chifre no marido, sua mensagem me dizia assim: – Oi Bruno, se puder sair comigo hoje a tarde, estou mais que disposta a colocar chifre no corno do meu marido, onde ele duvidou de que era capaz, e hoje estou decidida, você pode a tarde, por volta das 14 hs, e se possível leve seu equipamento para gravar nossa transa vou esfregar na cara de meu marido depois.
As 14 hs conforme combinado fui encontrar Priscila, olha pessoalmente era mais linda e gostosa de que nas fotos, estava de vestidinho, cheirosa, elegante de salto, entrou no meu carro toda nervosa, nos beijamos e tentei acalma-la enquanto íamos ao motel, ela foi me contando de sua revolta com seu marido duvidando dela, e que estava nervosa mas afim de dar muito para mim, que me acho um cara legal e propício para esta situação.
Chegamos no motel, Priscila veio me beijar, ela estava gelada de nervosa, mas conforme acariciava seu corpo e beijava-a ela ia se soltando, passei a mão em seu corpo, seus bicos dos peitos estavam duros de tesão, passei a mão em sua calcinha e estava molhadíssima, ela abriu o zíper da minha calça e saltou meus 19 cm, ela começou a punhetar, me beijando o ouvido disse mete esse pau gostoso em mim, peguei ela no colo, levantei ela em cima de uma mesinha puxei sua calcinha de lado, encostei a cabecinha e senti deslizar dentro daquela bucetinha, era apertada, comecei a movimentar, entrar e sair, ela gemia alto, me abraçou forte, e comecei a socar, Priscila me agarrava, parecia adolescente em suas primeiras transas, ela estava com tanto tesão que seu primeiro gozo veio facilmente em minhas estocadas, senti ela morder meu pau com suas contrações.
Peguei Priscila e levei para cama, peguei a filmadora, coloquei em posição, para filmar como ela queria, ela foi de encontro a câmera e mostrou a bucetinha molhada, e falou : -Olha corno ele já me comeu um pouco, agora vai me fuder mais seu chifrudo, não era isso que queria então vai ver.
Fui tirando sua roupa, e cada peça que tirava podia ver aquele corpo gostoso aparecendo, entendi por que seu marido queria ser corno, era muito areia para o caminhão dele, Priscila é muito gostosa para ser de um homem só, delicia de mulher. Comecei a beijar seus peitos, desci com minha língua, até sua barriga, virilha, até chegar em uma bucetinha toda depilada rosadinha, seu clitóris era avantajado, assim, fácil de abocanhar, suguei, beijei, lambi, sem pressa, queria arrancar o gozo daquela bucetinha, que algum tempo depois ela soltou através de gemidos altos, continuei chupando , agora com um dedo dentro de sua bucetinha tocando o seu ponto G, ela soltou outro gozo, este não tão forte mas o suficiente para ela me olhar e dizer, que seu marido nunca fez ela gozar com sexo oral.
Priscila veio retribuir, deitei na cama e ela veio chupar meu pau, lambia, babava, tentava engolir inteiro mas não conseguia, pediu para sentar em cima, segurou meu pau encaixou na entrada e vagarosamente foi sentando, deslizando, até ficar apenas minhas bolas de fora, começou a rebolar, me beijava , e rebolava, segurei em sua bunda e iniciei minhas socadas, virei sua bunda bem em direção a câmera para pegar bem meu pau entrando e saindo, chupei seu peitos, ela pedia que chupasse com força pois gostava assim, cheguei a deixar chupões marcados em seu peito, virei ela de quatro, coloquei ela de frente para câmera, encostei o pau em sua bucetinha e soquei, mandei ela olhar para câmera e gemer para o corno, mandei ela falar se estava gostoso, ela dizia, olha corno, não queria chifre, to dando gostoso, para um pau maior que o seu, e um comedor que já me fez gozar várias vezes, e to gostando muito, vou te colocar chifre sempre, conforme ela falava eu chamava ela de putinha, biscate, vadia, enrolei a mão em seu cabelo puxando de encontro a mim, cheguei perto de seu ouvido e falei que queria seu gozo de novo, soquei forte, peguei Priscila com vontade, em meio de minhas estocadas, senti seu corpo tremendo, com um gozo farto.
Priscila deitou-se dizendo que estava acabada, eu ainda não tinha gozado, quando ela me olhou e falou que queria minha porra, pediu para eu ficar de pé em frente a câmera se ajoelhou e começou a chupar meu pau, com gosto de sua buceta, ela lambia, e punhetava ao mesmo tempo, que boca gostosa ela tinha, quando anunciei o gozo ela abriu bem a boca e deixou meus jatos de porra invadirem sua garganta, conforme saia porra, ela lambia, fez questão de engolir tudo e limpar bem meu pau não deixando vestígios de porra.
Ela se levantou e disse que nunca havia bebido porra, só deixava o marido gozar em sua cara, mas que hoje ela queria se sentir muito puta, e fazer seu marido sentir muito corno.
Ela deu tchau para o marido na câmera, e fomos nos recompor para ir embora, no caminho ela me agradeceu, pelo carinho, compreensão, e por ter cuidado dela, e que um dia gostaria que eu tentasse iniciar ela no anal. Que queria mostrar ao marido como foi e ver sua reação, que se realmente ele quisesse isso ainda eu seria seu sexo casual.
Deixei Priscila no local combinado, entreguei o cartão de memória de nossa transa, nos despedimos, com um beijo longo.
No outro dia ela me mandou mensagem, dizendo que seu marido gozou em 30 segundos quando mostrou a fita, que deu até tapa na cara dele chamando de corno. Disse que ele achou que ela nunca havia coragem de fazer aquilo, e ela provou que nunca duvidem de uma mulher com tesão. Eu e Priscila nos tornamos bons amigos, nossa segunda transa foi na cama deles onde ela ligou para ele gemendo dizendo que estava dando na cama deles, seu marido no meio do trabalho teve que se conter e ouvir, deixei ela com a bucetinha cheia de porra para o marido lamber quando chegasse em casa. Nunca conhecei seu marido pessoalmente, mas sua mulher conheço muito bem.
Para casais, casadas, solteiras, que buscam algo sigiloso, sem compromisso, com descrição entre em contato, próximo conto pode ser você.
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