Minha sobrinha safada

A sobrinha da minha mulher é muito bonita, se chama Vicky, ela tem 16 anos. Minha cunhada e seu marido, que são evangélicos, vivem reclamando que a Vicky só pensa em namorar e deixa os estudos de lado. Eu sempre fiquei na minha. Nunca olhei muito para a garota para não dar bandeira, mas notei que ela, além de bonita e gostosa, é muito safadinha.
Ela tem tudo no tamanho e lugares certos: peitinhos bonitos e arrebitados, cinturinha, bundinha. E apesar de frequentar a igreja com seus pais, a safadinha gosta de usar uns tops minúsculos e shortinhos bem enfiados na bunda. Seu pai vive reclamando de sua falta de decência, mas não toma nenhuma atitude.
O tio da minha esposa, tem uma chácara com piscina, quadra e salão de jogos. A casa é enorme e acomoda umas 20 pessoas sem aperto. Sempre que tem um feriado toda a família vai para lá passar alguns dias de lazer. Num final de semana desses, foi toda a família. Minha esposa estava com as outras mulheres na piscina, a molecada estava dividida entre a quadra e o salão de jogos, meus cunhados estavam preparando o churrasco, enquanto eu tirava um cochilo, pois tinha trabalhado no dia anterior e chegado pela manhã. Saí e fui em direção ao banheiro pra tomar uma ducha. Foi quando ouvi vozes em um dos quartos.
Pé ante pé, parei ao lado da porta e ouvi a Vicky falar com seu primo Daniel:
– Pára, Daniel!! Aqui não. Pode entrar alguém. – ela falou.
Que nada, Vicky!! Todo mundo está na piscina. – o safado do meu sobrinho disse.
– Mas o tio Souza está dormindo. Ele pode acordar e vir para cá.
– Ele não vai acordar agora. – meu sobrinho insistia.
– Não, Daniel!! Não quero. Vão pegar a gente.
– Só uma rapidinha, Vicky. Não dá para sair assim. Olha o meu estado.
– Não!!! Você nem trouxe camisinha.
– Eu como seu cuzinho. Sei que você gosta.
– Não gosto não. Você comeu uma vez e doeu. Só deixei porque você insistiu muito e eu quis experimentar.
– Então um boquete, Vicky. Eu gozo rápido. Tô na secura.
– Tá bom, mas só um boquete mesmo. – minha sobrinha acabou concordando.
Sorrateiramente olhei para eles e vi a Vicky ajoelhada na frente do Daniel. Pela cara do moleque, ela chupava muito bem.
Fui pro banheiro e tomei uma ducha gelada para acalmar o tesão que senti ao ver a minha sobrinha naquela safadeza.
De madrugada acordei para beber água. Achei que todos estavam dormindo mas ouvi um barulho na varanda. Peguei meu celular e fui andando silenciosamente, já com o telefone da polícia digitado.
Para minha surpresa, aliás, não foi uma surpresa tão grande assim, vi a Vicky e o Daniel num canto agarradinhos. Inicialmente pensei que só estavam se beijando, mas então vi que ele estava com o pau para fora e encaixado entre as pernas dela. Ela levantou a perna e puxou o short do pijama para o lado. Minha visão não era das melhores, mas certamente ele estava comendo a prima.
Meu pau endureceu na hora. Fiquei vendo o casalzinho trepando. Foi uma rapidinha. Ele gozou logo e ela reclamou que ficou na mão. O moleque foi egoísta, disse que precisava dormir e largou a prima lá. A Vicky puxou uma cadeira para um canto protegido por uma planta e começou a se masturbar. Não aguentei. Cheguei silenciosamente por trás e perguntei o que ela estava fazendo. Ela deu um pulo:
– Ai, tio. Quer me matar de susto?
– Que safadeza é essa que você está fazendo, Vicky?
– Nada, tio. Estou sem sono. – ela respondeu sem jeito.
– E veio dar uma rapidinha com o Daniel ali no canto, não foi?
– Tio, o senhor viu? Por favor, não fala nada pro meu pai. Senão ele vai me matar. – ela me disse, quase suplicando.
– Falar o quê? Que a filha fez um boquete no primo no quarto ou deu uma trepadinha com o primo ou ainda tocava siririca na varanda? Já sei, vou contar que você deu o cuzinho pro seu primo!
– Ai, tio!! Que vergonha! O senhor sabe de tudo?
– Sei, mas não vou contar nada, mas você vai ter que quebrar meu galho.
– O que o senhor quer que eu faça tio? – ela perguntou desconfiada.
– Quero que me ajude a aliviar o tesão que estou sentindo. Veja!
E mostrei a ela o volume no meu short.
– Mas, tio!! O senhor é muito velho pra mim.
– Sim, e assim você experimenta um homem de verdade. Você só conhece moleque.
– Meu deusssss!!! – ela deu um longo suspiro, olhando para os lados – Está bem, tio! Mas tem que ser rápido.
A safada estava louquinha para dar. Levei ela para o salão de jogos, que era afastado da casa. A deixei dentro e dei uma volta para ver se alguém estava vendo a gente. Não vi ninguém e entrei. Ela já estava peladinha. Tirei a minha roupa e a Vicky viu meu pau.
– Nossaaaaaa!!! Tio de deusssss!! Como é grosso! – ela falou, fingindo uma carinha de assustada.
– Você só conhece moleque, Vicky. Este é um pau de verdade.
Então ela agachou e começou a chupar. Percebi que ela tinha dificuldade para enfiar na boca, mas logo acostumou e mamou direitinho.
Depois de alguns minutos eu deitei a Vicky na mesa de sinuca e chupei sua xoxota. Senti o gosto doce e salgado de boceta e o cheiro da camisinha que o Daniel tinha usado. Ela estava melada e gemia alto. Enfiei um dedo na xoxota dela e senti que era apertadinha. Enfiei outro dedo no cuzinho. Parecia virgem de tão apertado. Chupei até fazer a safadinha gozar. Ela contraía o cu e a xoxota ao gozar. Falei que era hora de experimentar um homem de verdade. A Vicky estava deitada de pernas abertas e me posicionei entre elas. Encostei o pau em sua xoxota e forcei. Entrou apertado. A Vicky gemia. Dizia que doía um pouco, mas estava gostoso. Bombei por alguns minutos e puxei seu corpo, segurei-a pela bunda e levei-a até o banco, me sentei sem tirar meu pau de dentro dela. Ela subia e descia, esfregando a xoxota na minha pélvis enquanto eu me deliciava chupando seus peitinhos gostosos. A Vicky começou a gemer alto e gozou no meu cacete. Como não usava camisinha, gozar dentro estava fora de questão. No entanto, também não queria gozar na sua boquinha. Beijei sua boca e a apertei contra meu corpo. Enfiei um dedo no seu cuzinho.
– Aiiiiii, tio!! Dói muitooooooo!! Tira, tira, por favor!!! – minha sobrinha reclamou de dor.
Passei saliva no dedo e enfiei de novo. Entrou mais fácil e causando menos dor.
– Tio, por favor!! No meu bumbum não!! – ela falou e fiquei ainda mais excitado.
Ela pedia para eu não comer seu cuzinho. Não dei ouvidos. Passei mais cuspe no seu cuzinho e o dedo entrou facilmente.
Ela disse que não doía mais. E eu sabia que eu precisava preparar aquele cuzinho. Meu pau não é comprido, mas é bem grosso. Minha esposa sofre quando libera o cuzinho e ela já está acostumada, pois estamos juntos a 3 anos.
Enfiei dois dedos no rabinho da minha sobrinha, depois três. A Vicky reclamava de dor, mas eu estava determinado. Quando achei que ela estava pronta, coloquei-a de pé curvada sobre o banco. Encostei meu cacete no seu cu e forcei com cuidado.
– Aiiiii, meu deusssss!! Está me machucando, tio!! – ela gemia e chorava baixinho.
Meu pau entrou apertado. Seu cuzinho parecia virgem. Enfiei lentamente tudo e fiquei parado para ela acostumar. Ela não acostumou, mas disse que a dor havia diminuído. Comecei a mexer lentamente fazendo a Vicky chorar novamente. Soquei rola no seu cu por uns 10 minutos. Toquei uma siririca nela e consegui fazê-la gozar, apesar da intensa dor que ela sentia. Finalmente gozei enchendo seu cu de porra.
– Nossa, tio Souza. Como dói! A tia gosta de dar o cu?
– Gosta Vicky. Ela está acostumada.
– Quando acostuma não dói mais? – ela perguntou, com carinha de inocente.
– Dói menos, mas o prazer é maior.
– Que coisa!!! Doeu muito, mas gostei.
– Dá seu cuzinho pro Daniel mais vezes. Agora que já experimentou um pau de verdade, o dele não vai doer tanto.
Voltamos para casa no escuro. A Vicky mancava com dor na bunda. Eu entrei com cuidado no quarto, minha esposa resmungou por que eu demorei, falei que estava sem sono pq tinha dormido de dia.
No dia seguinte, a Vicky inventou que estava com cólicas e não saiu do quarto. Foi só no outro dia que ela saiu. Fiquei de olho nos dois. Quando as mulheres foram para a cozinha eles fugiram para o quarto. Eles namoraram um pouco e ela ofereceu o cuzinho para o Daniel.
Ela ficou curvada se apoiando na cômoda. O moleque era um bobão. Meteu de uma vez sem se preocupar com preliminares. A Vicky gritou de dor. Ele meteu rápido e gozou em dois minutinhos. Nem deu tempo para ela gozar com a siririca. Pior, ele disse que os outros iam dar falta deles e saiu correndo.
A Vicky ficou sozinha chorando, não sei se de raiva ou de frustração por não ter gozado. Foi então que revelei minha presença.
– Ele é moleque mesmo, Vicky! Não sabe dar prazer a uma mulher.
– Tiooooooo???? O senhor você viu tudo?
– Claro. Eu estava de olho em vocês. Seu pai saiu com seus tios para comprar mais carne. Eu disse que ia ficar descansando.
Não deixei a Vicky se limpar e a levei pra um quartinho que servia de depósito atrás da churrasqueira. Sentei numa poltrona e puxei a Vicky para o meu colo. Ela estava com o rego melado de porra. Encostei o pau no cuzinho dela e deixei-a abaixar o quadril controlando a penetração. Foi entrando aos poucos ao som de seus gemidos.
– Não dói tanto, tio. Por que o pau do Daniel doeu mais? É bem mais fino que o seu!
– É que ele meteu de uma vez. Agora seu cuzinho está preparado, pode mexer gostoso.
Ela entendeu e cavalgou meu cacete tocando siririca. Ela ainda reclamou de dor, mas nada que a fizesse sair de cima. A Vicky gozou rápido. Não demorou cinco minutos. Eu estava longe de gozar. Lavei o pau na torneira do banheiro e voltei, me ajoelhei na sua frente e comi a bocetinha dela. Ela gozou de novo no meu cacete. Quando eu estava para gozar, fiquei em pé na sua frente, puxei sua cabeça e gozei na sua boquinha. A Vicky engoliu tudo e ficou mole e fraca, deitada na poltrona. Levei ela para o banheiro e a deixei sob a ducha fria. Ela saiu revigorada e mancando por causa da dor na bunda. Eu enrolei um pouco por lá e fui almoçar.
À noite ouvi a Vicky acabar com seu namoro secreto com Daniel. Ela disse que ele era bruto e egoísta. Depois desse dia, ela sempre arruma um jeito de ficar sozinha comigo. Já comi ela até na minha casa, mas deixa pra um próximo conto. Se quiserem entrar em contato: souzalemos2016@hotmail.com