Consolando a namorada de meu enteado – I

Depois de tantas loucuras, achei que não ia acontecer mais nada inesperado comigo, pois bem, estava errado. Minha esposa tem um filho de 20 anos. Ele é cheio de querer ser o bonzão, mas é muito xarope, só se mete em confusão, adora motos, e às vezes deixa de lado sua namorada, pra ficar dando rolezinho com os amigos. Ela se chama Stella, tem 19 anos, uma menina linda, mora com os pais. Nós nos damos muito bem, ela tem quase os mesmos gostos que eu, em matéria de filmes e livros, às vezes nós ficamos horas conversando. Muitas vezes ela fica o final de semana todo em casa, Eu a Maria e ela, pois o babaca do meu enteado prefere ficar andando de moto, e só volta pra casa à noite pra dormir.
Bem, vamos aos fatos. No mês passado, minha esposa teve que trabalhar num sábado, a Stella foi pra casa na sexta à noite, comemos pizza, assistimos filmes, minha esposa falou que ia dormir, me deu um beijo e falou que não era pra eu demorar. Ficamos nós três na sala, por um tempo, já era quase meia noite. Como sempre, conversamos muito, comentando sobre o filme, e outros assuntos, enquanto o babaca do meu enteado ficava quase o tempo todo no celular. De repente, ele da um salto do sofá, e fala todo empolgado, vamos sair Stella. Eu olhei pra ele, e pensei, “finalmente essa moleque tomou vergonha e vai agir como homem, deve levar ela pro motel”; mas antes de eu terminar de formular meu pensamento, vi que o babaca continuava o mesmo, ela levantou toda animada, perguntando aonde eles iriam, e ele falou que um amigo dele ia passar lá de carro para pegá-los, pra eles buscarem uma moto que tinha comprado pela internet, próximo de Minas, eles iriam naquela hora, para poder chegar lá de manhazinha e voltarem logo. Na mesma hora, ela murchou, e se sentou no sofá, dizendo a ele que não iria, pois sabia que ficaria de lado, pois ele daria mais atenção pra moto e pro amigo do que pra ela. Ele nem se comoveu, simplesmente falou que ela ficasse tranquila, que eu e a sua mãe lhe fariam companhia até de manhã. Deu-lhe um selinho, e saiu no momento em que ouvimos a buzina do carro do amigo dele. Olhei pra ela e vi a nítida decepção com o namorado, estampada em seu rosto. Tentei achar alguma palavra pra confortá-la, mas para não ser inconveniente, permaneci em silencio. Até que ela se virou pra mim, e me disse.
–Ai Souza, eu não sei mais o que faço com o Alex. Já pensei até em terminar esse namoro. Mas o pior que eu gosto dele. Queria tanto que ele mudasse de comportamento, e desse mais atenção pra mim.
Eu abaixei o volume da TV, e respondi. –Eu sei Stella, eu vejo como ele é imaturo. Você é uma garota muito especial, a Maria gosta muito de você. Ele só vai dar valor quando perde-la.
–Obrigada pelo carinho de vocês. Ela falou meio tímida. –Às vezes eu penso que deve ter alguma coisa errada comigo.
–Claro que não. Não tem nada errado com você, pelo contrário, você é linda, ele que é trouxa de ficar atrás de moto com esses amigos dele, e deixar uma gata igual a você, sozinha aqui.
Ela sorriu e ficou vermelha de vergonha. Se levantou e falou: – Me deu sono, to tão cansada, você se importa se eu for dormir agora? Não vou consegui terminar o filme. –Claro que não meu amor. Pode ir dormir sim, eu também já vou me deitar, senão daqui a pouco a Maria vem me buscar aqui na sala. Sorrimos, nos beijamos no rosto, e fomos nos deitar.
Abracei minha esposa, dei–lhe um beijo, ouvi resmungar alguma coisa de eu ter demorado, e dormiu de novo. Fiquei ali esperando o sono chegar, e comecei a pensar no que aconteceu minutos antes, confesso que no começo apenas refleti sobre a falta de noção do meu enteado, em pleno sábado à noite, deixar sua namorada sozinha, pra ir atrás de moto no fim do mundo. Mas, do nada, veio em minha mente à imagem da Stella na sala, com aquele shortinho jeans, deixando toda sua perna lisinha de fora, com uma blusinha semitransparente, mostrando seu sutiã. Ela é morena, mais ou menos 1,65, cabelos lisos até o ombro, seios pequenos e bumbum médio, mas tem coxas grossas, que faz questão de mostrar, porque quase sempre esta de shortinho. É claro, que já olhei várias vezes para o corpo dela, principalmente para as pernas, mas nunca meu pensamento fluiu como nessa noite. Por mais que eu tentasse pensar nela como a namorada do meu enteado, só me vinha na cabeça, seu rostinho, sua boca, suas coxas lindas; senti meu pau crescendo por baixo do short de algodão que usava pra dormir; achei tudo aquilo uma loucura, sem entender direito o que estava acontecendo, me encaixei atrás da minha esposa, forçando meu pau contra sua bunda, ela empinou, e assim dormi até às 6 horas da manhã. Acordei com minha esposa me sacodindo: – Amor acorda, to atrasada, vamos até o portão, eu vou de carro. Nossa, tanta informação, mas por reflexo me levantei e acompanhei ela até o portão. Ela me beijou (eu estava sonolento ainda), e depois de uns 3 minutos, eu estava fechando o portão e voltando pra dentro de casa. Fechei a porta e resolvi tomar agua antes de me deitar, mas parei na porta da cozinha, ao ver a Stella parada, de costas pra mim, com o celular em uma mão e um copo com agua na outra. Mas na verdade, eu parei por causa do short-doll branco que ela estava usando; o shortinho curto e transparente, deixando as polpinhas de sua bunda redonda e empinada, de fora, fazendo aparecer à calcinha, também branca, toda enfiadinha no seu reguinho; e a blusinha, que além de mostrar através de sua transparência, todas suas costas, revelando que ela estava sem sutiã, estava com uma alça caída, deixando a mostra parte do seu seio.
Fiquei ali parado, admirando ela, não sei por quantos minutos, mas o suficiente para me deixar com muito tesão; meu short de algodão, que eu ainda usava, não conseguia esconder o volume que se formava. Faltou pouco pra não agarra–lá por trás, mas isso seria loucura; nossa… Meu pau estava latejando por baixo do short. Eu ainda tentava me controlar, quando ela percebeu minha presença e se virou, falando com aquela voz doce:
–Oi Souza, é você? Bom dia… Eu te acordei?
Quase não consegui falar de tão desconcertado: – Bom dia…, não… na verdade…foi a Maria…, ela já saiu…fui fechar o portão. E você está sem sono?
Percebi seu olhar percorrer meu corpo, até observar o volume do meu pau: – O Alex que me acordou me mandando um watts.
–Um watts? Ele já esta vindo? Me dirigi até o armário pra pegar um copo, tentando disfarçar meu pau duro.
–Olha aqui! Leia você mesmo! Virei encostado no armário, ela chegou e ficou de costas pra mim, encostando sua bundinha na minha coxa, segurando o celular na altura do ombro, comecei a ler, sentindo seu corpo quente, e intercalando o olhar entre a tela do celular e o decote da sua blusinha que deixava seus seios quase todo a mostra. “Amor, foi mal, o carro quebrou, talvez só vá voltar amanhã cedo, Bjsss, depois te ligo”. Ela se encostou mais em mim e falou olhando pro celular: – Acho que vou embora, ele estragou meu final de semana.
Nesse momento eu não pensava mais em nada, o tesão era muito, minha pica já estava quase rasgando o short, abracei ela pela sua cintura, endireitando seu corpo na minha frente, meu pau encaixou na sua bundinha, ela forçou o corpo pra trás empinando. –Souza? O que vc ta fazendo?
Subi uma mão, alisando sua barriga, seus seios, até chegar ao pescoço, puxei seu rosto pra mim e falei olhando nos seus olhos: – Ele acabou com o final de semana dele, Stella! Porque o nosso, só está começando. Ela ficou me olhando por alguns segundo, até fechar os olhos e abrir um pouco sua boquinha. Eu não pensei duas vezes, enfiei minha língua entre seus lábios, e comecei a beijar sua boca quente e molhada, sentindo sua língua entrelaçando na minha. Ela começou a rebolar lentamente no meu pau, eu já estava com minha mão apertando seus seios, e alisando sua bucetinha por cima do short. Ficamos assim por alguns minutos, então ela se virou me envolveu pelo pescoço com seus braços e continuou a me beijar loucamente; Coloquei minhas mãos por dentro do shortinho, senti o fiozinho de sua calcinha sumindo naquele reguinho quente, apertava sua bundinha, e ela correspondia ao chupar cada vez mais forte minha língua; me afastei um pouco do armário, apertei forte sua bunda, e a levantei, ela me enlaçou pela cintura com suas pernas; senti sua bucetinha apertar meu pau. Fui andando em direção à mesa, sem tirar minha boca da dela, e passeando com meus dedos no seu reguinho. Sentei-a na mesa, tirei sua blusinha, nossa… que peitinhos perfeitos… parecem duas peras… os biquinhos apontando pra cima; e eu não perdi tempo, comecei a chupá–los, sugando um depois o outro, que delicia; ela segurando minha cabeça, e forçando eles pra dentro da minha boca; fui descendo minha língua, por sua barriga, ao mesmo tempo em que forçava seu corpo pra trás, fazendo deitar de costas na mesa. Que tesão, meu rosto próximo de sua bucetinha cheiro gostoso, cheiro de ninfeta; ela gemendo incontrolavelmente, não falava nada, e eu que não ia estragar esse momento louco; puxei seu shortinho de uma vez, junto com aquela calcinha indecente, senti tremer seu corpinho todo; afastei suas pernas, comecei a beijar por cima de seus buceta, lambendo pela abertura úmida, forçando minha língua lentamente entre seus lábios vaginais; tive que me segurar pra não gozar, que delicia, toda encharcada, que melzinho gostoso, não pensava mais em nada, só em devorar aquela bucetinha novinha; chupei, lambi, beijei, mordi, não sei quantas vezes repeti esse processo, até ser interrompido com um aperto de coxas, que quase me matou asfixiado, e um grito enlouquecedor misturado com uma respiração ofegante: –Ahhhh… ohhhh……Souzaaaaa…..vou gozaaaarrrrrr………..oooohhhhhhh…….. toooo gooozaaannndoooooo… aahhhhhh!!!!. Sem tirar minha boca, fui sugando e bebendo todo gozo, que não parava de sair, suas coxas afrouxaram, me deixando livre, segurei com as duas mãos, e enfiei minha língua até o talo, provocando espasmos seguidos, fazendo sair até a última gota, bebi tudo.
Me levantei e sem falar nada, peguei-a nos braços, a levei pro meu quarto, coloquei ela na cama, deitei do seu lado, e enfiei minha língua na sua boca, num beijo gostoso, molhado, ela chupava minha língua, de um jeito enlouquecedor. Sua mão foi descendo pelo peito, barriga, até encontrar meu pau, e ficar alisando por cima do short que já estava todo melado. Ela apertava a cabeça, alisava e apertava o saco, forte, que delicia. Sem tirar sua mão de cima da minha pica, foi virando seu corpo, beijando e lambendo meu queixo, pescoço, peito, barriga. Ficou esfregando seu rosto no meu pau por cima do short e apertando meu saco. Eu já estava louco de tanto tesão; peguei as pernas dela e puxei pra cima de mim, abrindo suas coxas… Quando coloquei meu rosto entre elas e vi aquela bucetinha arreganhada e aquele cuzinho apertadinho e rosadinho piscando, quase gozei; abri sua bunda com as duas mãos, e passava a língua bem devagar, do clitóris até o cu, ela rebolava na minha boca. Ela tirou meu short, senti meu cacete bater em seu rosto, ela sem cerimonia o segurou com as duas mãos, abocanhou a cabeça e mamou; como ela chupava gostoso; lambia a cabeça; colocava dentro da boca; descia lentamente engolindo até onde conseguia; depois subia babando ele todo, até chupar e sugar forte a cabeça; descia lambendo toda extensão até chegar ao saco; e não parava; chupou muito; enquanto eu me deliciava com aquele boquete delicioso, ela rebolava na minha língua; eu não consegui segurar mais, e sem falar nada, apertei sua bunda e comecei a chupar seu cu com força; empurrei meu pau na sua boca; ela deixou entrar o máximo que pode, e eu gozei muito, enchendo sua boquinha de leite; ela se contorcia e esfregava sua buceta no meu rosto, começou a gritar, sufocada com minha pica ainda dentro da boca; senti a porra escorrendo no meu pau, melando meu saco; ela se contraia, piscando o cuzinho e a buceta ao mesmo tempo; eu enfiei minha língua bem funda dentro daquela buceta melada, no momento em que ela gozava de novo; eu continuei chupando e lambendo até a última gota, até ela não aguentar mais de tanto espasmos e sair de cima de mim. Stella ficou deitada ao meu lado, desfalecida, respiração ofegante, gemendo, me olhando, sorrindo, o rosto suado e melado. Eu fiquei por alguns momentos segurando seus pés; fui percorrendo seu corpo com meu olhar. Sua bucetinha piscando, toda babada… Sua barriguinha subindo e descendo, num ritmo descontrolado… Seus peitinhos suados, com os bicos grandes e duros… Seus lábios inchados de tesão, ainda com vestígios da minha porra… Olhei nos seus olhos, nós estávamos incrédulos com aquela situação; percebi no seu olhar, que o sentimento era o mesmo que o meu; que nós éramos loucos! Mas ao mesmo tempo, sabíamos que essa loucura, estava longe de acabar. Ficamos assim, por alguns minutos, nos acariciando, até sermos interrompidos pelo toque do meu celular. Era minha esposa. A Stella ficou preocupada, queria levantar, mas eu falei pra ela ficar quietinha, que a Maria sempre me liga quando chega ao serviço. Ela abraçou minhas pernas, e eu atendi pelo viva voz. Minha esposa perguntou por que eu demorei pra atender, eu falei que estava dormindo, ela pediu desculpas, falou que chegou bem no trabalho, e que provavelmente ia chegar só no final da tarde. Ela perguntou da Stella, eu respondi olhando pra ela: – Acho que ela está dormindo, não estou ouvindo nenhum barulho pela casa. Deve estar chateada né? Vem passar o fim de semana aqui, e seu filho vai atrás de moto! –Eu sei, ele me mandou um watts quase agora, depois eu converso com ele; Dá um beijo nela por mim; Quando ela acordar, prepara um café gostoso pra vocês. Fala pra ela não ir embora, que a noite a gente faz alguma coisa pra compensar. –Ta bom amor, fica tranquila, eu cuido dela. Bom trabalho. –Um ótimo dia pra vcs. Te amo, Beijos! –Pra vc tbm amor, Beijos!
A Maria desligou, a Stella sorriu e beijou minha perna, eu alisei suas coxas e falei: – Vamos tomar um banho gatinha? Ela se sentou na cama, se espreguiçando, e falou sorrindo: – Só se vc me der. Eu me levantei, lhe dei um beijo, e a puxei pro banheiro.
Ficamos abraçados debaixo do chuveiro; a água quente caindo sobre nossos corpos colados; acariciando-nos! Falando da loucura que acabamos de fazer. Prometemos silencio total; eu falei que seria difícil resistir, quando estivéssemos a sós; ela falou que não faria questão nenhuma se o babaca do meu enteado quisesse sair com seus amigos; que ela continuaria sendo a namorada dele, se eu fosse seu amante. Ela olhou bem nos meus olhos: – Quero sentir seu pau! Subi minha mão por suas costas, segurando sua nuca e colei meus lábios no dela, enfiando minha língua dentro da sua boca. Nos beijamos intensamente! Lambi seu queixo, chupei seu pescoço; Desci minha língua até seus seios; chupei, beijei, mordi levemente, lambi, suguei!
Meu pau já estava duro e latejando novamente! Ela gemia e se contorcia; dava pra ver e sentir o quanto estava louca de tesão! Enfiei meu dedo na sua buceta, estava encharcada pelo seu gozo e por toda aquela excitação. Me ajoelhei na sua frente, lambi sua barriga, seu umbigo, sua virilha, os pelinhos ralinhos de sua bucetinha; abri suas pernas, colocando uma em cima do vaso; me arrumei entre suas coxas, segurando sua bunda e enfiei minha língua naquela grutinha quente, ela apertava minha cabeça, esfregando sua buceta no meu rosto. Desci minha lingua até o cuzinho, e comecei a lamber sem resistencia nenhuma, ela rebolava, gemia, e pedia pra eu chupar gostoso. Pedi pra ela se virar, ela se apoiou na caixa acoplada, empinando a bunda na minha cara; me deliciei com os dedos e a boca; dedos na bocetinha, e boca no cuzinho! Que loucura! Não pensava em mais nada. Só em fuder com aquela putinha! Enfiei dois dedos na buceta dela, enquanto minha língua explorava as preguinha fechadas daquele cuzinho maravilhoso; ela começou a rebolar forte, segurou a toalhinha de rosto que estava no suporte, e levou até a boca, no momento em que gritava e gemia falando que estava gozando; lambi sua buceta, sentindo seu gozo gostoso; a Stella caiu de joelhos, segurando no vaso, gemendo, respiração ofegante. Levantei e levei meu pau até a boca dela! Ela abriu e eu forcei, fazendo-o deslizar lentamente enquanto ela massageava meu saco; chupou, lambeu, engoliu, engasgou, babou, chupou de novo; que boca fantástica! Eu delirava com aquela língua passeando na minha pica, quase gozei na boca dela, mas me segurei; me levantei, peguei-a no colo e fomos pro quarto do Alex, coloquei ela na cama e deitei ao seu lado sem nos secar. Ela estava linda! Cabelos molhadinhos! Deitada de bruços! Seu corpo todo arrepiado de frio, cheios de gotas de água; sua bundinha redondinha! Que delicia de ninfeta! Desci minha boca por sua costa, lambendo e chupando bem devagar, fazendo ela se arrepiar ainda mais. Fiquei de joelhos entre suas pernas, e a levantei pela cintura, deixando-a de quatro. Coloquei uma camisinha que estava em cima do criado mudo; Ela se apoiou na cabeceira e olhou pra trás: – Mete logo essa pica na minha buceta… – Não aguento mais… Que delicia ouvir a Stella dizer aquilo… Que loucura… Tinha que me controlar pra não gozar logo… A segurei pela cintura e forcei minha pica naquela buceta que já foi entrando de tão encharcada! Que boceta maravilhosa! Que tesão gostoso! Só pensava em fazer tudo com ela, não estava ligando pra mais nada. Ela agarrou-se na cortina, e empinava cada vez mais a bunda enquanto eu estocava cada vez mais forte sua buceta quente; meu pau entrava e saia e eu sentia cada centímetro daquele canal apertadinho e molhado; segurava seu cabelo a fazendo empinar ao máximo. Seus gemidos me enlouqueciam e eu socava mais forte… Entre gritos e gemidos, ela ia se soltando; “falava que tava se sentindo uma putinha; que sabia que era errado, mas não ia conseguir ficar sem meu pau por muito tempo; pedia pra eu rasgar ela todinha; que ela era safada”. Pensei em pedir pra comer o cuzinho dela, mas não quis estragar aquele momento mágico! Ela estava descontrolada! Não consegui segurar mais e gozei gostoso; tanta porra que tirei meu pau logo de dentro dela, pra não correr o risco da camisinha estourar; percebi que ela tinha gozado também, porque a camisinha saiu toda melada de gozo por fora. Ela caiu exausta na cama, e tirei a camisinha, joguei no chão e me deitei ao seu lado; ela se aninhou em meus braços, nos cobrimos, olhei no celular ainda eram 8 horas. Ainda tínhamos um dia inteiro pela frente. Sem falar nada, pegamos no sono.
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