A calcinha da minha enteada – Ela deixou outra calcinha

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No primeiro conto, escrevi como minha enteada está me provocando e seduzindo. De como, “distraída e dormindo” deixou seu peitinho à mostra para que eu o visse e também de quando a surpreendi, no banho, com o cabo da escova de cabelos enterrado na bucetinha depilada.
Também contei que ela deixou sua calcinha “esquecida em cima do cesto de roupas sujas” e que, não resistindo, peguei a peça melada e nela bati uma maravilhosa punheta, melecando toda a calcinha, já suja da porra de Claudia. Deixei-a melecada, no mesmo lugar, e logo depois Eva já a havia retirado, mas nunca conversamos sobre nada disso.
Depois daquele dia, Claudia passou a me dar ainda mais atenção. Como meu trabalho me obriga, às vezes, a frequentar casas noturnas de minha cidade e região, Claudia passou a me acompanhar nestas noites. Numa delas, uma casa de música sertaneja, Dançamos um pouco e eu sempre com medo de ficar de pau duro e a menina perceber. Me preocupa o fato de que ela possa dizer para sua mãe que eu a estou assediando, mas…
Enfim, dançamos, bebemos umas cervejas e, durante uma das danças, mais romântica, ela me apertou mais. Tentei desencostar, mas ela forçava, me olhava e sorria. Ao final da seleção, voltamos para a mesa. Ela pegou sua bolsa e me disse no ouvido:
“Vou trocar de calcinha, esta aqui…” e saiu em direção ao banheiro.
Não dançamos mais naquela noite e, por volta das 2:00h, decidimos voltar pra casa. No caminho quase não trocamos palavras, mas ao chegar em casa, ao estacionar o carro na garagem, me disse:
“Obrigado ‘paizinho’, foi mais uma noite deliciosa. Pelo jeito vai ser difícil dormir, está muito calor…” e entramos na casa.
Eva acordou, ainda tomei um gole de café e me deitei. Uma coisa não me saia da cabeça: era mês de junho e não estava calor. Pensando na enteada, agarrei Eva e transamos, uma transa quente, deliciosa. Estava cheio de tesão por Cláudia e me lembrava dela se esfregando em mim enquanto dançávamos. Gozei gostoso.
No outro dia sai bem cedo e retornei para casa à tarde. Claudia estava deitada em minha cama, com o not ligado e no Face. Levantou-se, me deu um beijo no rosto e perguntou se que havia almoçado. Disse-lhe que sim, que só estava cansado e que iria tomar um banho.
Peguei o roupão e fui tomar meu banho. Quando entrei no banheiro, surpresa! Sobre o cesto de roupas sujas, outra calcinha, que sei que era de Claudia, pois conhecia todas as de Eva, minha esposa.
A calcinha estava seca, mas suja dos líquidos vaginais de minha enteada. Peguei a calcinha, olhei, cheirei e não resisti: antes de entrar no banho bati uma fabulosa punheta, lambendo e cheirando aquele tesouro. Gozei como um louco em cima da calcinha.

Ao sair do banho, Claudia estava ainda deitada em minha cama. Peguei uma cueca e bermuda e voltei ao banheiro onde me troquei. Depois voltei para o quarto, me deitei, com a enteada a meu lado, liguei a tv e adormeci.
Acordei com ela abraçada em mim, com uma das pernas sobre minhas coxas. Já estava de pau duro e fiquei maluco, mas antes de perder de vez o juízo, me levantei, tomei uma água gelada e voltei ao banheiro, onde não encontrei mais a calcinha.
Preferi sair para um bar onde se reúnem alguns amigos e tomar umas cervejas, até a hora de ir buscar Eva, minha esposa. Ainda não tenho coragem de agarrar Claudia, minha enteada, que está me deixando maluco. Não sei se posso confiar em suas atitudes e temo colocar tudo a perder.
Esses contos são verdadeiros e realmente esses fatos estão acontecendo. Continuarei a relatá-los, sempre que coisas novas e interessantes forem se desenrolando, mas uma coisa garanto: Eva que me perdoe, a amo, mas não vou aguentar isso por muito tempo mais. Se alguém, ou alguma enteada quiser saber mais, ou contar algo, meu e-mail é seuconfessor@gmail.com