Amamentação Com Proteína Especial (I)

Eu me chamo Jessica, tenho 26 anos; bem clara com peitos grandes desde os 12, cabelos longos e castanhos, sou pequena, mas o jeito de bebê grandona me fazia parecer maior. E o que sempre elogiaram em mim, além do corpo são os olhos, grandes e esverdeados e a boca bem desenhada. Fui mãe aos 12, e seis meses depois, engravidei novamente e tive outra menina. Katia e Amanda. Agora faz três anos que sou avó de duas lindas meninas, Sasha filha da Katia que engravidou aos 11 e Fernanda filha da Amanda que engravidou aos 10. Katia está grávida novamente, de oito meses, também de uma menina que já escolhemos o nome, Nubia. E o mais curioso e razão desta história é que o pai de todas essas meninas é o mesmo homem. Oswaldo, Seu Oswaldo como é chamado. Minhas filhas e netas puxaram de mim os olhos grandes, as formas e a boca bem feita, com a diferença de serem mulatas, puxando ao pai, negro de pele clara, Vou relatar mais ou menos como tudo aconteceu.
Quando eu tinha uns 10 anos meu pai foi chamado para trabalhar aqui em Volta Redonda na casa de seu Oswaldo, militar aposentado, cinqüentão que estava num segundo casamento com uma mulher bem mais nova (Vanessa). Serviços gerais; e meus irmãos se empregaram nas lojas de peças automotivas que seu Oswaldo tem. Um homem grande e pesado, cabelo grisalho, másculo e atencioso. Apesar do peso, praticava esportes, gostava de pelada. Os filhos do primeiro casamento vez ou outra ficavam com ele, conhecidos de meus irmãos. Mudamos para uma casa que nos fundos da chácara. Neste tempo sua esposa tinha acabado de ganhar bebê. Moravam numa casa bem grande, piscina, pomar. Nossas famílias se entrosaram bem e logo já freqüentávamos sua casa, especialmente em churrascos, aniversário de criança, banho de piscina, peladas… E foi aí que tudo começou. Seu Oswaldo sempre me olhava diferente e eu sentia o que era. Ele era muito brincalhão e, por ter só filhos homens, na época, seis ao todo, dizia que sempre quis uma menina, me chamava de filha.
– Venha cá minha loira, dá um cheiro no painho preto, dá. E me colocava no colo. Ficava me olhando e fazendo cócegas. Aliás não só olhava mas fazia com que eu o surpreendesse trocando o calção de banho ou, quando estava no chuveiro da piscina, ensaboando bem o cacetão negro que expunha de vez em quando. E outras situações semelhantes. Aquilo mexia com minha curiosidade de menina mulher. Quando estava para nascer o segundo bebê da Vanessa ele perguntou a meus pais se eu não podia ficar pelo menos três vezes por semana, depois da aula, acompanhando a babá. Um serviço leve e bem pago. Concordaram e eu, que já não saia de lá, adorei a idéia. Daí não faltaram ocasiões em que eu ficava sozinha com meu paínho preto.
Nas primeiras semanas já tinha aprendido a mamar direitinho, mesmo só a cabeça conhecido e engolido bastante porra. Alem de voltar para casa toda galada. Pouco antes de eu voltar ele dava um jeito de ficar sozinho comigo e esporrar nos meus peitos, que despontavam como uns moranguinhos, uma de sua taras. Outra era esporrar em biscoitos ou outra coisa que eu fosse comer. Lanchei muitas vezes assim. Até que me entreguei a ele. Mas não foi fácil. Eu não queria dar para ele. Não que fui forçada. Adorava os beijos, carícias… e sobretudo quando ele se trancava comigo num dos quartos para chupar minha buceta. É que seu pau é muito grande, uns 24 cm mas muito grosso e tinha medo de não agüentar. Ele dizia que ia colocar só a cabeça, mas eu saia correndo. Porém tive meu grande dia, quando a Vanessa levou a babá, a empregada e minha mãe para fazer compras e passear com as crianças. Até me chamou, mas eu estava com a buceta molhada só de pensar na língua de seu Osvaldo e disse que preferia ficar para assistir um programa. Eu pensava em não deixar ele fazer nada comigo como das outras vezes, só mamar nos peitos, na buceta e eu mamar nele, nada demais. Sabendo como ela demorava, ele aproveitou. Era um homem bem vivido que conhecia o fogo de muitas mulheres, mesmo das meninas, sabia que eu nada contaria para meus pais. Assim que o portão da garagem se fechou eu já estava toda mole em seus braços. Fomos para seu quarto de casal onde nunca tinha feito nada com ele. Estava adorando e se ele tentasse alguma coisa a mais era só eu sair correndo, como já tinha feito. Tirou minha roupa todinha, me deitou na cama, beijou, pediu pra mamar, lambeu muito minha buceta e quando se posicionou entre minhas pernas tentei sair de debaixo dele. Ele riu e disse que eu até podia sair correndo do quarto, mas não ia adiantar nada, tinha trancado as portas e as janelas têm grade.
– Hoje vou comer sua buceta Jessica, Vou arrebentar seu cabacinho.
– Não seu Oswaldo, pelo amor de Deus, Vai doer muito.
-A primeira vez dói mesmo, mas você vai gostar, abre as pernas meu amor
Eu me abri toda. Ele lambeu bastante, pincelou com a cabeça e forçou, mas não entrou. Eu bem pequena debaixo de um homem de 120 quilos, prestes a me tornar mulher. Ele forçou mais um pouco e eu gemi. Foi então que ele se levantou e foi ao quarto do bebê e trouxe um frasco de óleo para massagem. Lambuzou bem a cabeça do pau e minha buceta. – Se prepara. Pode gritar se quiser. Seu pai foi fazer um reparo lá no sítio e nem volta hoje. Me preparar com que, só pedi a Deus que eu não morresse e gritei quando a ponta da cabeça do caralho se alojou bem dentro. – Ta entrando, que delícia. Toma nesta buceta, toma, agüenta Jessica. Me dá logo esse cabaço, deixa eu te fazer mulher, minha bebezinha linda. E foi mais pelo seu peso que por meu querer, naquela primeira vez, que ele conseguiu meter quase até a metade. Estourou meu cabaço e minha buceta mas eu travei de dor.
– Se você não relaxar eu vou ter que te estuprar. E isso eu não quero fazer. Deixa eu meter, deixa. – Então tira, pelo amor de Deus, seu Oswaldo, ta doendo muito. – Eu vou tirar Jessica, Tá bem. Já tirei. Mas olha só. Ou você abre de vez essa buceta e deixa eu meter ou não vou mais querer saber de você. Você que sabe. Nem precisa mais vir aqui em casa. Lembrei-me de como seu olhar me penetrava, de como aquele homem me fazia sentir que era especial, que ficava bamba com seus toques e toda molhada com seus beijos, agarradas e outras safadezas; até me tocava toda quando tomava banho limpando sua porra. Então deitei de novo na cama e arreganhei as pernas. –Pode meter, seu Oswaldo, eu deixo. Ele se debruçou sobre mim, me encheu de beijos e lambeu muito minha buceta. Derramou todo o óleo que tinha no frasco sobre ela e empapou a entrada, e lambuzou bem seu caralho que estava como nunca tinha visto. – Isso Jessica, deixa eu meter, deixa. Vou colacar bem devagarzinho. Mas fica de quatro que eu quero te comer como um cavalo. Obedeci. – Isso. Fica na beira da cama e empina bem a bunda. E ele de pé se ajeitou atrás de mim, ainda deu uma lambida forte e pincelou inúmeras vezes a cabeça do pau em toda minha racha que já estava latejando. Ele forçou, a cabeça logo se alojou e foi entrando até onde tinha parado da outra vez. Uma pontada de dor me fez travar mas suas linguadas na orelha e uns tapas estalados, que não doíam só esquentavam a cara, fizeram efeito e eu pedi. – Mete tudo seu Oswaldo, mete. Ele estocou até os bagos que batiam ritmados nas minhas coxas. Não sei se desmaiei, só sei que quando vi estava tomando uma ducha quente com ele me segurando por trás e encoxando gostoso, ensaboados. – O cuzinho vou deixar para outro dia Jessica… Ia fazer onze anos daí a uns meses e já era mulher ainda sendo menina, nem pelos eu tinha porque demorei a me formar e só menstrue bem depois .
Quando menstruei no mês seguinte já estava grávida. De tanto gozar dentro, tinha dia que era umas quatro vezes, nem pensava nisto. Mas numa consulta comum de adolescente minha mãe e eu fomos informadas disso. Só pensava no que iria dizer para meu pai. Para minha mãe falei que depois ia dizer de quem era. Na primeira oportunidade falei com seu Oswaldo, por telefone mesmo, estavam viajando. Ele disse para eu inventar um colega de escola, essas coisas até ele voltar. E foi o que fiz.
Meus pais e meus irmãos se preocuparam e queriam por que queriam saber como isso aconteceu, quem era o tal moleque…. Mas tinham em seu Oswaldo mais que um patrão. Nossa vida tinha melhorado bem. Até uma casa em nossa cidade já tínhamos comprado além de um carro e outras coisas. Ele era um amigo e sua palavra tinha peso. Foi assim que aconselhou a deixar as coisas como estavam, para que traumatizar ainda mais a menina buscando uma coisa que não ia ajudar em nada, sobretudo porque disse que menino tinha 17 anos? E ficou por isto mesmo. Quando a barriga começou a crescer eram as férias de fim de ano e foi resolvido que só voltaria depois de ter o bebê. Então sem aula passava mais tempo na casa e na vara de seu Oswaldo. Houve até noites que pernoitava por lá tamanha confiança tinham nele. Nestas noites nem dormia, passava empalada em seu pau ou bebia porra de hora em hora quando ele tinha também que dar um trato na mulher.
Tive todo um pré-natal especial devido a idade. E a Katia nasceu grande, saudável e cor de jambo como se diz, muito linda. Tive bastante leite e seu Oswaldo não se continha de alegria pela neta. Fazia mais festa que meus pais que também adoraram a menina. Ele se segurou por um mês se contentando em gozar na minha boca e meu corpo e percebeu que eu amamentava Katia logo mesmo esporrada nos peitos. Aos 3 meses já me pegava com a menina ao colo e na hora de gozar espirrava nos seios, mesmo que ela tivesse mamando. Fazia muito carinho nela e a enchia de beijos barulhentos e se ela tinha saído do banho a lambia dos pés a cabeça, se demorando na xota estufada. Não demorou para fazê-la revezar entre meu peito e seu pau, claro que só a ponta, mas a porra esguichava direto na boquinha dela. Ele me tranqüilizava dizendo que um colega médico garantiu que não havia nenhuma contra-indicação, salvo um caso ou outro, em bebês tomarem esperma de homens saudáveis. Só não recomendava que fosse em maior quantidade que o leite materno. E sempre que ele a amamentava assim, em vez de ficar com o pau mole, aí que se avolumava mais. E tinha que me pegar com força, me chamando de puta, vaca leiteira, égua no cio e outras coisas. Sem tirar o pau de dentro de minha buceta ficava um tempão até gozar de novo, lambendo a bucetinha de Katia e passando o dedo chamando-a de bucetuda do painho, quenguinha de fralda e boqueteira de chupeta…
(talvez continue)