Garotinha da Praça Part1

Bom caros leitores, meu nome é Kaik tenho 25 anos, moro em Belo Horizonte e trabalho de auxiliar administrativo. Sou um carinha comum nada de especial, moreno cabelo curto longe de ser sarado, mas também não sou gordo. Todos os dias vou trabalhar e passo por uma praça chamada praça Raul Soares aqui em bh e nessa praça tem alguns moradores de rua. Um desses dias avistei uma garotinha que aparentava ter uns 11 anos moreninha cabelo um pouco abaixo dos ombros um pouco crespo falsa magra com uma bundinha redondinha usava um shortinho jeans e uma camisa de alcinha que ela tinha amarrado na cintura deixando a barriguinha a mostra, fiquei vidrado nela. Sentei ne um dos bancos, estava adiantado para ir para o trabalho e fiquei observando ela, que andava de um lado para o outro conversava com outros moradores de rua, até que deu minha hora e tive que ir.
Não tirei a garota da minha cabeça durante todo o dia no dia seguinte sai mais cedo de casa com intensão de ficar mais tempo observando a garota quando cheguei na praça não a vi mas resolvi sentar e ali, fiquei uns 10 minutos quando de repente vejo ela se aproximando, estava com uns garotos e umas garotas todos mais velhos, vinham andando conversando alto e uns estavam usando um tipo de droga que fica dentro de garrafas e latas, outros estava fumando cigarro e ela parecia se divertir as vezes colocava as mãos no joelho e rebolava como se estivesse dançando funk o que me deixava louco.
Assim foi alguns dias eu indo trabalhar e sempre observando a garota. Umas duas semanas se passaram quando em um desses dias chego e vejo que ela estava brincando com outros moradores de rua em uma fonte que fica no meio dessa praça, “quem colocar no google Praça Raul Soares vai entender melhor” aquela imagem me deixou desorientado, aquela garota se banhando de roupa molhadas e coladas no corpinho os peitinhos ainda crescendo. Os pequenos peitos estavam marcando a blusa uma visão maravilhosa. Aquela garotinha era uma criança, uma criança gostosa com uma bundinha redondinha que dava certinho, cada banda na palma de cada mão, uma delícia.
Eu imaginava eu e aquela garota de todo jeito, esse dia foi difícil de aguentar, passei o dia todo pensando nisso até que comecei a pensar ne um jeito de ter aquela garota.
O fim de semana passou e na segunda feira fui determinado a iniciar alguma coisa com aquela garota. Chegando na praça avistei a garota, que como sempre estava com algumas outras pessoas o que dificultava um pouco chegar nela. Sai de lá fui até uma loja próxima e comprei uma barra de chocolate, já tinha pensando em uma coisa que daria certo. Fui a praça e de propósito cheguei perto dela que distraída trombou em mim. Ela se virou e disse – foi mal ae. Era tudo o que eu precisava esse primeiro contato, falei rápido pois ela já estava saindo, – tudo bem, você gosta de chocolate? Ela me olhou com uma cara de não entender e disse – sim. Eu falei – tenho um aqui na bolsa você quer? Ela balançou a cabeça dizendo que sim. Eu que tinha colocado o chocolate na mochila de propósito. Fingi que estava procurando para ter mais tempo com ela nisso falei que as vezes via ela ali na praça e que ela era muito bonita ela só deu um sorrisinho eu entreguei o chocolate ela disse – valeu. E quando já ia saindo eu disse que sempre pegava chocolate no trabalho e já estava enjoado ela riu e disse – eu não enjoo não. Aí eu disse – se quiser posso te dar os que ganho. Ela sorriu e disse – claro que quero. Nisso eu disse que sempre passava na praça e sentava ne um banco e quando ela me visse poderia chegar e me pedir o chocolate. Ela balançou a cabeça e foi saindo, indo encontrar os outros. Esse dia fui trabalhar já pensando como seria no dia seguinte, se ela iria chegar perto de mim e pedir o chocolate ou iria esquecer. O difícil foi dar o primeiro passo, chegar perto de uma garota de 11 anos sem chamar a atenção. Mesmo sendo uma garota de rua não é fácil.
No dia seguinte já estava com um chocolate na bolsa quando cheguei na praça. Não demorou muito e ela chegou perto de mim e disse – tem chocolate? Eu respondi – tenho sim. Fui abrindo a bolsa, ela estava com o shortinho jeans e uma camisetinha que a todo momento parecia que ia dar para ver o biquinho do peitinho dela em crescimento. Nisso eu disse – você gosta muito de chocolate né? Ela riu balançando a cabeça eu disse – eu gosto de sorvete, pizza, sanduiche e eu também adoro sorvete. Isso foi perfeito para mim, era tudo o que eu mais queria, essa resposta era perfeita para eu poder falar – qualquer dia a gente podia tomar sorvete. Ela respondeu – tá bom, agora? Eu ri e disse – não, outro dia. Ela riu falou – tá. E saiu com o chocolate. Eu nesse dia fiquei muito irritado comigo, porque não levei ela para tomar sorvete? Mas na verdade não podia. Não tinha nada em mente.
Passei a tarde e noite pensando e decidi que no dia seguinte ia levar ela para tomar sorvete e lá iria armar alguma coisa. Não parava de imaginar. No dia seguinte sem pensar em nada levei o chocolate quando cheguei veio ela e um amigo de uns 13 anos mais ou menos ela perguntou pelo chocolate e eu disse que não tinha levado. O menino foi saindo e ela me olhou com uma carinha estranha e já ia saindo o menino que foi mais rápido, já estava mais afastando, foi quando eu falei – Oi deixa eu ver acho que tenho alguma coisa aqui. A carinha dela melhorou um pouquinho quando eu fui mexendo na mochila e tirei o chocolate e ela disse. – você falou que não tinha. Eu respondi. – É porque trago só pra você. Ela riu e já ia saindo quando eu disse. – Hoje eu ia te levar pra tomar sorvete, mas você trouxe aquele menino. Ela ficou com uma carinha de decepção sem dizer nada, aí eu falei – se vê quiser agente pode ir amanhã. Ela balançou a cabeça e sorriu dizendo – Ta bom. Eu completei – mas tem que ser só você. Porque aí pode ser o sorvete que você quiser. Se você chamar alguém aí não da pra ser o melhor. Ela falou – Tá. E eu conclui dizendo pra ela – Amanhã quando você me ver aqui na praça, você me espera na ali naquela loja. Era uma imobiliária tinha um letreiro grande, fácil de identificar. Marquei lá para não chamar atenção, porque na praça tinha muitos outros moradores de rua e eu saindo com ela ia ser estranho.
Nesse dia fui ansioso para o trabalho, mas pensando como seria o dia seguinte. Eu já tinha tido a ideia que eu precisava. E vocês não vão acreditar. Até eu quando pensei nisso achei que eu era louco. Eu explico direitinho depois.
No dia seguinte sai de casa já sabendo qual sorveteria iriamos. Era uma que ficava a uns três quarteirões da praça. Quando cheguei na praça fiquei olhado e quando a vi deixei ela me ver, e ao invés de ir para o local combinado ela veio até mim e disse – Hoje vai ser o sorvete né? Com aquela carinha linda e um jeitinho que misturava inocência e interesse. Eu logo respondi – Sim, ela sorriu e eu continuei – mas a gente não combinou de… ela me cortou e disse – eu não chamei ninguém. Eu ri e falei, é eu vi. Mas era pra você me esperar lá naquela loja. Ela fez uma carinha e disse – eu esqueci. Então eu disse – vai lá que eu já vou indo. Ela sem entender foi indo em direção a loja. Quando ela se afastou um pouco eu me levantei e fui indo também chegamos lá quase juntos, eu também estava muito ansioso.
Cheguei perto dela e falei – vamos? Quase sem olhar pra ela, tinha medo que as pessoas vissem agente. Andamos um pouco sem falar nada, até que viramos uma esquina, vi que não dava para ver a praça e disse – qual sorvete você gosta? Ela disse – chocolate e morango. Eu disse que também gostava de chocolate.
Tentando puxar da boca dela disse – sua mãe não vai achar ruim de você vir não? Ela disse – não to com minha mãe não. Eu não intendi direito e falei – como assim? Você fica ali na praça com quem?
Ela disse – eu fico com minha tia e os três filhos dela. Perguntei – e ela viu você saindo e não disse nada? Ela disse que a tia dela tinha ido pegar umas latinhas aí perguntei que horas ela ia pra casa. Ela disse que ficava ali o dia todo e a noite ia para um lugar da prefeitura dormir perguntei – e se sua tia chegar ela não vai sentir sua falta? Ela disse que não que a tia dela falava para ela e para os dois primos voltarem para praça 16hs aí perguntei – mas você não tem 3 primos? Aí ela falou que sim mais que um tinha 6 anos e ficava sempre com a tia. Enfim chegamos a sorveteria, falei que ela podia escolher o que ela quisesse. Ela pediu um sorvete de 3 bolas, calda de chocolate, confetes e cereja tudo o que podia. Era no kg a sorveteria, paguei 12 reais e saímos. Ela estava sorrindo eu perguntei se ela não queria sair pra outro lugar ela balançou a cabeça dizendo que sim, terminou de engolir o sorvete e disse – pra onde? Eu disse – cinema, tomar banho de banheira, parque, comer pizza. Ela disse – ta bom, agora? Eu disse – não amanhã. Ela disse – Tá. Eu aproveitei e falei que ela não poderia falar pra ninguém pra ninguém, nem pra tia. Porque senão ela vai querer que leve seus primos. Ai não tem dinheiro pra todo mundo. Ela riu e disse – verdade, ela quer dividir tudo com eles. Eu respondi – está vendo? Por isso tem que ser só você. O dia que eu tiver mais dinheiro agente leva eles. Nesse momento vi que ela também não era tao santinha assim.
Ela disse – a nem, o dia que tiver mais dinheiro você faz mais coisa comigo. Não chama eles não. Uma mistura de inocência e interesse. Ela não queria dividir as coisas boas. Nisso eu disse pra ela – amanha você me encontra aqui. Mostrei pra ela uma loja perto da sorveteria. – 10 Horas da manhã. Você consegue saber quando é 10 horas? Ela disse – consigo. Tem um prédio perto da praça que tem um relógio grande, e eu pergunto as pessoas também. Eu disse – tudo bem, não atrasa pra gente poder aproveitar.