Brincadeira de mocinho e bandido – Parte II

Mocinho e bandido – Parte II
Eram os anos setenta, época de copa do mundo, Brasil tri campeão, morávamos em uma cidade pequena no interior de SC na fronteira com a Argentina , onde poucas casas possuíam TV e os vizinhos reuniam-se onde houvesse uma para assistir aos jogos.
Passados alguns meses de nosso primeiro encontro, imaginava quando iria encontrar o Gera novamente, para repetir a brincadeira. Nesse dia, estava em pé, do lado de fora da casa com os braços sobre a janela, tentando ver as imagens do jogo quando senti um joelho roçar no meio de minhas pernas, confesso que, senti um “friozinho” na barriga, as pernas tremeram, pois, eu sabia quem estava atrás de mim. Virei-me, ali estava o Gera, meio sorriso no rosto, os olhos brilhando, fazendo um leve movimento com estes indicando para que eu o seguisse o que fiz sem pensar duas vezes.
Fomos em direção a uma serraria próxima e, ao passarmos o portão ele já me agarrava por trás, falando no meu ouvido que estava com saudades do seu veadinho, que ele sabia que era só dele, que por isso não contara para ninguém de nossa primeira brincadeira.
Havia algumas bolsas de estopa que colocamos sobre uma pilha de lenhas para cortar, misturada à serragem, deitei-me com a bundinha para cima e, na noite um pouco fria senti seus dedos baixarem devagarinho minha calça de abrigo, minha bundinha arrepiada foi coberta com seu corpo quentinho, senti seu pau um pouco maior, durinho, procurando encaixar-se entre minhas nádegas.
Virei-me a tempo de ver a cuspida na cabecinha do pau, senti separar as bandas de minha bunda, a cuspida direta no meu cuzinho que recebi piscando este, sedento para receber sua pica.
Rapidamente, pincelou meu rego de alto a baixo, deixando a cabecinha parada bem no centro do meu olhinho, sussurrou no meu ouvido a maior mentira de todas: – vou meter só a cabecinha! Relaxei, ajeitei melhor minha bundinha, durinha, empinada e senti um leve ardor quando segurando firme ele empurrou um pouco sua pica e senti realmente a cabecinha dela entrar e ficar parada por uns instante e eu conseguindo me acostumar, senti sua respiração ofegante e em pouquíssimo tempo soltar seu peso sobre meu corpo, tentei sair, tarde demais, sua pica deslizou para dentro de mim, um pouco fina, gostosa, desbravando minhas entranhas.
Do ardor inicial, passou para uma dorzinha gostosa de sentir, um entra e sai delicioso,
momentos que fincava até o fundo e ficava parado para sentir o prazer de tê-la toda dentro de mim, o saquinho batendo na porta do meu cuzinho, eu rebolando para encaixar melhor, apertando o cuzinho para não deixar sair. Gera me segurava com as mãos passadas por baixo do meu corpo, meu pau durinho a roçar minha barriga, o prazer só nosso, sem precisar dividir com ninguém. Sem medir o tempo, as palavras mágicas no meu ouvido: vou acabar! Respiração rápida, mais velocidade no entra e sai de sua pica toda em meu cuzinho, aperto cada vez mais como para não deixar sair, remexendo a bundinha cada vez mais até sentir seu leitinho viscoso, quentinho, a deslizar para dentro de mim. Abraçado sobre mim, também seguro suas mãos suadas, como pedindo para não sair nunca dali ou, querendo saber muito mais: quando nos encontraremos novamente?