O cuzinho da prima do interior

Dando continuidade, esse é mais um relato real de algumas passagens que marcam a nossa vida sexual.
Eu tinha 20 anos e minha priminha Adriana tinha 18 e nós já tivemos umas pegadas bem gostosas antes, mas nada além de uns beijos e umas mãos bobas…
Pleno período de férias, ela morava em Jarinu (a 90 km) e pediu pra vir passar uns dias aqui em casa, na capital.
Minha mãe não se negou e a recebi de braços abertos (e pau duro)! Já sabia o que iria rolar.

No primeiro dia fomos ao cinema, já começou a putaria, a safada estava de saia curtinha e bem leve e levou minha mão até sua coxa… Claro que ela subiu rapidinho e para minha grande surpresa descobri que a putinha estava sem calcinha, uma bucetinha inchada e raspadinha, já meladinha e quente. Meu pau que já estava duro quase saiu pela calça. Ela soltou um gemidinho no meu ouvido e disse que estava louca pra dar pra mim, que os caipiras de lá não sabiam como comer uma mulher direito, só sabiam se satisfazer. Disse no meu ouvido que ela queria voltar pra lá esfolada e se lembrar de mim toda vez que fosse meter.
Ela continuava com a putaria, queria de todo jeito colocar meu pau pra fora da calça até que conseguiu, um casal ao lado nos olhava com espanto, nem ligamos, aliás nem estávamos ligando pro filme mesmo e disse a ela pra sairmos dalí. Ela nem pensou duas vezes, pegou sua bolsa, pagamos o estacionamento e ao entrar no carro ela já caiu de boca no meu pau. Ela chupava com uma vontade enorme enquanto apertava minha coxa. Disse: “Aprendeu bem como se engole uma rola, hein sua safadinha ?”, ela me deu uma mordidinha na cabeça da rola e enfiou a pica toda na boca até engasgar, sua mãozinha já tocava uma siririca gostosa, ela tirava os dedos da xoxota úmida e passava aqueles dedos melados na minha boca pra me provocar, aquele cheiro e sabor de fêmea novinha me enlouquecia…
Peguei o caminho pro motel, mas no meio do caminho a habilidade da priminha me fez gozar deliciosamente na boquinha dela. Não sobrou uma só gotinha, a putinha engoliu tudo e se sentou de lado no banco, com as costas apoiadas na porta, abriu bem as pernas e continuou a deliciosa siririca naquele bucetão todo melado enquanto se lambia pra sentir ainda o gostinho da minha porra, dizendo: “Tá chegando ? Tô com muito tesão… Olha minha menininha como tá…” Estava realmente apetitosa, toda rosadinha, beiçuda, depiladinha e brilhando de melada, levei o dedo até a grutinha, ela pegou no meu pulso e enfiou meus dedos com força pra dentro da bucetinha carequinha, levando a cabeça pra trás e gemendo feito uma cadelinha, meus dedos sairam de lá pingando. Entramos no motel e sem perda de tempo já fomos entrando, parei na garagem, e assim que saí do carro e apertei o botão de fechar a porta automática da garagem ela passou a mão na minha bunda e foi em direção à porta da suíte, mas a putinha já estava nua, rebolando aquele rabão branquinho e empinadinho e “sem querer” deixou a chave da suíte cair e se abaixou pra pegar sem dobrar os joelhos.
Não deu pra resistir, ver aquela racha beiçuda e inchada saltando do meio da bunda me deixou desorientado, me ajoelhei atrás daquele monumento e enfiei a lingua no cuzinho rosado dela, que soltou um gritinho “Aiiii, seu puto safado, assim meu cú vai ficar piscando igual minha bucetinha…”, enfiei mais a lingua e ela rebolava, levantei, abri a porta da suíte e puxei a vaquinha pra dentro: “Vem cá sua cadela, vou te mostrar como se arregaça uma puta !”.
Ela fez uma carinha de coitadinha e se jogou de costas na cama com as pernas abertas e a bucetona arreganhada. Fiquei apreciando aquela paisagem, me despi, liguei o som, regulei a luz e caí de boca naquela maravilha melada, com uma mão apertava seus petinhos pequenos e durinhos, de bicos rosadinhos e delicados, com a outra mão fui enfiando um dedo na sua buceta e outro já bolinando o cuzinho rosadinho dela, que se abriu fácil, ela gemia e não reclamava, dava pra ver que o botãozinho já estava bem amaciado, que já estava acostumado a agasalhar rolas. Eu lambia ao redor do seu grelinho delicioso, que estava inchado e durinho, ela tinha os pequenos lábios avantajados, deixando aquela buceta com cara de faminta, de uma própria e legítima engolidora de rola, passava a lingua na sua racha toda e beliscava os biquinhos das tetas com os dedos, enquanto ela aumentava o ritmo da respiração e os gemidinhos, rebolando na minha cara !
Enfiei 2 dedos na gruta e o dedo menor ainda no cuzinho, ela avisou que ía gozar, enfiei a boca com tudo, e chupei seu clitóris com vontade, enquanto empurrava com força os dedos na xana e no cú, não deu outra: ela gozou muito forte, gritava de prazer e me deu uma chave de pernas na cabeça que quase me deixou sem ar, tentei continuar a chupar, mas ela, quase sem respirar direito levantou a mão e disse ofegante: “Espera um pouco seu FDP, quase me mata de gozar, estou tremendo, aiiii….”. Ela se jogou de lado e com os cabelos cobrindo o rosto ficou naquela posição, ofegante, com os dedos das mãos esticados, curtindo o gozo, a visão era linda !
Levantei e fui ver o que tinha no frigobar, achei uma mini-garrafa de espumante e as taças estavam sobre o balcão, levei-as, abri a garrafa, enchi as taças e fui chegando e olhando nos olhos de safada dela, que, já recomposta, alisava as tetinhas deliciosas, quando ela esticou o braço para pegar uma taça, enfiei o pau dentro da taça cheia de espumante, tirei e disse: “Vem…”.
Nem precisei pedir de novo, ela se atracou na minha pica com uma fome de leoa no cio enquanto acariciava minhas bolas com carinho. Ela pegava minha rola, jogava champagne em cima e sugava tudo, aquele misto de frio do liquido e calor da sua boca me levava às estrelas… Virei minha taça, apoiei a outra na cabeceira da cama e botei aquela vadia de quatro, dei-lhe um tapa no rabão arrancando um gemidinho, peguei com força nas suas ancas, afastei mais suas pernas e com uma mão forcei seu tronco pra baixo, aquele bucetão surgiu como um troféu, no melhor ângulo que uma mulher pode ser apreciada, aqueles beições de carne bem vermelhinhos, meladinhos, escorrendo tesão, com um cheirinho de putinha nova, coroados por um cuzinho rosadinho, fechadinho e já devidamente adestrado. Botei a cabeçona da pica na entrada da xoxota e fui empurrando, aquela racha foi se alargando e recebendo a piroca cm a cm dentro dela enquanto a dona gemia, botei metade e voltei, na segunda ela já sentiu as bolas baterem no grelinho e daí em diante fui estocando e a puta gemendo, lambi meu dedão e comecei a passar no buraquinho rosado, que começou a piscar como que me convidando a explorá-lo, pra minha surpresa ela abriu o cuzinho e o dedão passou fácil, e me disse: “Vai seu puto, come meu cú que os caipiras não sabem fazer isso direito…”.
Tirei o pau da xana, todo melado e pulsando, me abaixei e caí de boca no bucetão, enquanto o dedão estava no cuzinho, chupei gostoso e ela gemia gostoso e me xingava, tirei o dedão e dei uma bela e demorada linguada no cuzinho, dei um beijinho e uma cuspida, ele piscou gostoso, enfiei logo dois dedos, ela não reclamou, brinquei um pouco e peguei ela de quatro novamente, enfiei a vara no bucetão com tudo, ela gemeu alto, enrolei a mão nos seus cabelos e a puxei pra mim, sem tirar a pica da buceta quente, disse, “vem sua putinha, vamos até o banheiro, sem tirar a rola…”, ela gemia, fomos caminhando engatados até a ducha, abri, regulei a temperatura enquanto estocava sem parar. Puxei a Adriana pra baixo da ducha, ela segurou em um suporte, peguei um sabonete, passei no seu cuzinho, tirei o caralho igual ferro em brasa da xoxota e enfiei só a cabeça na porta do cuzinho dela: “Ai seu gostoso, vai devagar, esse cuzinho só levou duas varas até hoje, e doeu muito, e o seu pau é muito grosso…”. Disse pra ela: “Calma sua vadia safada, voce vai gostar…”, a cabecona passou, as preguinhas esticaram, enfiei mais um pouquinho, ela disse “Tá doendo, voce vai me arrombar…”, falei: “Faz uma forcinha pra fora, vai…”. Não deu outra, o cuzinho já lubrificado se abriu e engoliu quase meu cacete inteiro, ela deu um gemido alto de dor e prazer, virou-se e me olhou com cara de putinha brava, fazendo ceninha, segurei-a forte pela cintura, dei-lhe um tapa na bochecha e esperei o anelzinho piscar. Parei, abracei-a com um braço pela cintura e levei a mão na sua xota e comece a dedilhar aquela maravilha.
A água da ducha caía gostosa, fazia barulho, o vapor deixava o ambiente gostoso e a priminha começou a forçar o rabinho pra trás. Bem devagar fui metendo naquele cú apertado, quando puxava pra fora via as preguinhas esticadas agasalhando a jeba, que entrava de novo e a putinha arfava, gemia gritando: “PQP, que delícia, nunca pensei que fosse tão bom dar o cú… Tô quase gozando !”
Eu que já estava segurando o meu gozo, já estava comendo aquele cuzinho a uns 5 minutos e disse, então sente eu te encher o rabo de porra sua puta !” Massageei bem rápido o grelinho e gozamos juntos, foi aluciante, os 2 gemiam alto, as pernas tremeram, foram uns 5 ou 6 jatos generosos enchendo seu reto, tirei a pica e vi a porra escorrer de seu cuzinho agora laceado, arroxeado, passar pela bucetinha e descer pelas coxas sendo levada pela água da ducha, ela se virou, me abraçou, me beijou deliciosamente e disse que nunca deu tão gostoso o cuzinho assim… Eu perguntei: “Ué, não disse que deu só 2 vezes ?”, ela respondeu: “Sim, essa semana, rsrsr”…
“Como voce é vadia !”. Retruquei rindo e levei-a pra cama, procurei um canal erótico, enchi novamente as taças, me recostei na cama e ela se reconstou em mim, começamos a beber, assistir ao filme e comecei novamente a apertar aquelas tetinhas lindas, meu pau já dava sinal de vida novamente, a mão direita desceu e achou aquela buceta melada e quente e comecei uma siririca bem lentamente enquanto mordia sua orelha, fui aumentando o ritmo enquanto ela aumentava a respiração até que ela gozou novamente, um orgasmo longo e agora silencioso, os dentes serrados e os músculos retesos, a ausência de respiração indicava que ela estava aproveitando cada décimo de segundo daquele momento, até que segurou minha mão, me olhou e disse ofegante e com uma voz doce e melosa, com aquele olhar penetrante que me mostrava prazer e satisfação: “Quer me matar seu puto ? Agora é minha vez, deita aí !”. Não precisou pedir duas vezes, ela se levantou e agachou lentamente, pegou no meu pau e enfiou na xoxotinha pegando fogo, ainda pingava porra do seu cuzinho, que visão maravilhosa ! Começou a cavalgar deliciosamente e gemer a cada descida na pica, ver aquela delícia carnuda engolir minha rola inteira daquele ângulo era maravilhoso, ela era jovem e tinha muita sede de rola.
Depois de muitas sentadas fortes, ela se apoiou nos joelhos e começou a rebolar enquanto apertava as tetinhas que estavam satitantes para meu deleite, escorreguei a mão pela sua coxa e levei direto no seu grelo durinho e comecei a esfregá-lo delicadamente enquanto ela rebolava, o tesão era imenso para ambos, avisei que iria gozar, ela disse “Vai primo, eu tomo pílula, me enche de leite na buceta agora, já levei na boca e no cú, agora falta na bucetinha, vai seu cachorro, gozaaaaa !” Não deu outra, segurei forte com as duas mãos em sua cintura e dei uma das gozadas mais gostosas até hoje, quase desmaiei. Ela reduziu o ritmo gemendo, e bem devagar foi tirando a rola pra ver a porra escorrer da bucetinha pelo meu pau agarrou-o com um mão, apertou-o ficou de quatro com a xana esfolada ainda pingando porra e caiu de boca na minha pica toda melada, aquilo me levou às nuvens… Sua cara de safada não negava que estava com muito tesão por toda a situação, ela limpou o caralho todinho com a boquinha como no primeiro boquete e se deitou no meu peito, dormimos gostoso por mais de 1 hora, depois acordamos, tomamos uma ducha com muitos carinhos, beijos, dedos, safadezas. Ela foi no carro buscar suas roupas e nos trocamos, no caminho ela me agradeceu pela noite maravilhosa e disse que aquele era apenas o primeiro dia e que em todas suas férias, sua preferência seria minha companhia.
Foi o que aconteceu nas suas duas férias escolares seguintes, mas na terceira ambos estávamos namorando. Conversamos e entendemos a situação, não sei dizer que isso foi uma amor platônico, uma paixão carnal ou simplesmente sintonia extrema, mas até hoje nunca encontrei uma mulher tão deliciosa na cama quanto a Adriana, metemos muito mesmo, deliciosamente. Hoje estamos casados e felizes, tenho dois filhos e ela um, ela está morando em Manaus e de vez em quando nos encontramos virtualmente pra relembrar esses momentos marcantes.
Um beijo na xota meladinha das mulheres e um abraço na rapaziada leitora ! Vejma meus outros contos, todos são reais.
Gabriel Oliozzi (gabrieloliozzi@gmail.com)